Primeiro vídeo Irmaos Lumiere
- “O cinema é uma invenção sem futuro”.
- – Louis Lumiere – Louis Lumiere
- Auguste and Louis Lumiere are credited with the world’s first public film screening on December 28, 1895. Auguste e Louis Lumiere são creditados com o mundo do primeiro filme screening público em 28 de dezembro de 1895. The showing of approximately ten short films lasting only twenty minutes in total was held in the basement lounge of the Grand Cafe on the Boulevard des Capucines in Paris and would be the very first public demonstration of their device they called the Cinematograph which effectively functioned as camera, projector and printer all in one . A exibição de aproximadamente dez filmes curta duração apenas vinte minutos no total, realizou-se na cave do Grand Café lounge no Boulevard des Capucines, em Paris, e seria a primeira demonstração pública do seu dispositivo, chamaram a Cinematograph que efectivamente funcionado como câmara , Projetor e impressora tudo em um só.
O seu trabalho consistia principalmente de imagens de cenas do quotidiano. Ironically as we look back in retrospect in comparison to what film has developed into today, the Lumiere Brothers believed it to be a medium without a future as they suspected that people would bore of images that they could just as easily see by walking out into the street. Ironicamente como nós olhamos para trás em retrospectiva, em comparação com aquilo que se tem desenvolvido em filme hoje, o Lumiere Brothers acredita que ele seja um meio de comunicação sem um futuro em que as pessoas suspeitas de que teria orifício de imagens que poderia tão facilmente ver andando por fora para o Rua. However, their film sequence of a train pulling into the station reportedly had audiences screaming and ducking for cover as they believed that the train itself was about to plow into the theater. No entanto, os seus filmes seqüência de puxar um comboio na estação declaradamente teve audiências gritando e agachamento para cobrir uma vez que acreditava que o comboio estava prestes a própria plow para o teatro.
Cinema – Primeiros Aparelhos
Para captar e reproduzir a imagem do movimento, são construídos vários aparelhos baseados no fenômeno da persistência retiniana (fração de segundo em que a imagem permanece na retina), descoberto pelo inglês Peter Mark Roger, em 1826. A fotografia, desenvolvida simultaneamente por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce, e as pesquisas de captação e análise do movimento representam um avanço decisivo na direção do cinematógrafo.
Fenacistoscópio – O físico belga Joseph-Antoine Plateau é o primeiro a medir o tempo da persistência retiniana. Para que uma série de imagens fixas dêem a ilusão de movimento, é necessário que se sucedam à razão de dez por segundo. Em 1832, Plateau inventa um aparelho formado por um disco com várias figuras desenhadas em posições diferentes. Ao girar o disco, elas adquirem movimento. A idéia era apresentar uma rápida sucessão de desenhos de diferentes estágios de uma ação, criando a ilusão de que um único desenho se movimentava.
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Praxinoscópio – Aparelho que projeta na tela imagens desenhadas sobre fitas transparentes, inventado pelo francês Émile Reynaud (1877). A princípio uma máquina primitiva, composta por uma caixa de biscoitos e um único espelho, o praxinoscópio é aperfeiçoado com um sistema complexo de espelhos que permite efeitos de relevo. A multiplicação das figuras desenhadas e a adaptação de uma lanterna de projeção possibilitam a realização de truques que dão a ilusão de movimento.

Fuzil fotográfico – Em 1878 o fisiologista francês Étienne-Jules Marey desenvolve o fuzil fotográfico: um tambor forrado por dentro com uma chapa fotográfica circular. Seus estudos se baseiam na experiência desenvolvida, em 1872, pelo inglês Edward Muybridge, que decompõe o movimento do galope de um cavalo. Muybridge instala 24 máquinas fotográficas em intervalos regulares ao longo de uma pista de corrida e liga a cada máquina fios que atravessam a pista. Com a passagem do cavalo, os fios são rompidos, desencadeando o disparo sucessivo dos obturadores, que produzem 24 poses consecutivas.

Cronofotografia – Pesquisas posteriores sobre o andar do homem ou o vôo dos pássaros levam Étienne-Jules Marey, em 1887, ao desenvolvimento da cronofotografia a fixação fotográfica de várias fases de um corpo em movimento, que é a própria base do cinema.

Cinetoscópio – O norte-americano Thomas Alva Edison inventa o filme perfurado. E, em 1890, roda uma série de pequenos filmes em seu estúdio, o Black Maria, primeiro da história do cinema. Esses filmes não são projetados em uma tela, mas no interior de uma máquina, o cinetoscópio – também inventado por Edison um ano depois. Mas as imagens só podem ser vistas por um espectador de cada vez
.
Cinematógrafo – A partir do aperfeiçoamento do cinetoscópio, os irmãos Auguste e Louis Lumière idealizam o cinematógrafo em 1895. O aparelho – uma espécie de ancestral da filmadora – é movido a manivela e utiliza negativos perfurados, substituindo a ação de várias máquinas fotográficas para registrar o movimento. O cinematógrafo torna possível, também, a projeção das imagens para o público. O nome do aparelho passou a identificar, em todas as línguas, a nova arte (ciné, cinema, kino etc.).

Auguste Lumière (1862-1954) e Louis Lumière (1864-1948) nascem em Besançon, na França. Filhos de um fotógrafo e proprietário de indústria de filmes e papéis fotográficos, eram praticamente desconhecidos no campo das pesquisas fotográficas até 1890. Após freqüentarem a escola técnica, realizam uma série de estudos sobre os processos fotográficos, na fábrica do pai, até chegarem ao cinematógrafo. Louis Lumière é o primeiro cineasta realizador de documentários curtos. Seu irmão Auguste participa das primeiras descobertas, dedicando-se posteriormente à medicina.
fonte: http://www.webcine.com.br/historia.htm
Metodologia Doc Comparato
AUDIOVISUAL (Definição) adj. 1. que se destina a ou visa estimular os sentidos da audição e da visão simultaneamente (diz-se de qualquer comunicação, mensagem, recurso, material etc) 2. que utiliza som e imagem na transmissão de mensagens… (fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
O processo de construção de um audiovisual normalmente passa pela seguinte linha de construção:
TEMA/ IDÉIA/ STORYLINE/ SINOPSE OU ARGUMENTO/ ROTEIRO/ STORYBOARD/ PRODUÇÃO/ PÓS-PRODUÇÃO
Seguindo esta linha de construção, através de seis etapas propostas por Doc Comparato em seu livro “Da Criação ao Roteiro”, temos uma metodologia para a construção de um audiovisual.
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METODOLOGIA PARA A CONSTRUÇÃO DE UM AUDIOVISUAL
Escolha do tema:
AVENTURA (western, ação, mistério, musical)
CRIME (psicológico, ação, social)
COMÉDIA (romântica, musical, infanto-juvenil)
MELODRAMA (ação, social, aventura, guerra, psicológico)
DRAMA (romântico, biográfico, social, musical, comédia)
OUTROS (fantasia, terror, desenhos animados, mudo, educativo)
PRIMEIRA ETAPA: IDÉIA
Um roteiro começa sempre a partir de uma idéia, de um fato, de um acontecimento que provoca no escritor a necessidade de relatar. A partir desta idéia iniciamos as etapas para desenvolvimento do roteiro em si.
SEGUNDA ETAPA: CONFLITO
A idéia audiovisual e dramática deve ser definida através de um conflito essencial. A este primeiro conflito, que será a base do trabalho do roteirista, chamaremos conflito-matriz. Começa aqui o trabalho de escrever: fazemos um esboço e começamos a imaginar a história, tendo como ponto de partida uma frase com a qual iremos desenvolver a storyline.
“SEM CONFLITO, SEM AÇÃO, NÃO EXISTE DRAMA”
STORYLINE: É a condensação do nosso conflito básico cristalizado em palavras. É contar o resumo de uma história que ainda não existe, com no máximo cinco ou seis linhas. Ela deve conter os três pontos chaves da história, durante aos quais:
- Alguma coisa acontece,
- Alguma coisa deve ser feita,
- Alguma coisa se faz.
A storyline contém em sua estrutura:
a apresentação do conflito,
o desenvolvimento do conflito
e a solução do conflito.
EX:
Idéia: “Fui ao enterro de um amigo. Três dias depois ele passeava pelas ruas de Nova York”.
Stoyline: “Jack vai ao enterro de seu amigo em Viena. Não se resigna, investiga e acaba descobrindo que o amigo não morreu: está vivo e encenou seu próprio enterro por que era procurado pela polícia. Descoberto pela curiosidade de Jack, o amigo é abatido pela balas da polícia”
Em resumo: um conflito audiovisual pode conter todos os conflitos:
homem versus homem,
homem versus forças da natureza
e homem versus ele próprio.
TERCEIRA ETAPA: PERSONAGENS
Chegou o momento de pensar em quem vai viver este conflito básico, restando criar estes personagens. Em sua composição, são três os fatores que temos de considerar:
- Fator físico: idade, peso, altura, presença, cor do cabelo, cor da pele…
- Fator social: classe social, religião, família, origens, trabalho que realiza, nível cultural…
- Fator psicológico: ambições, anseios, frustrações, sexualidade, perturbações, sensibilidade, percepções.
Atividade: Criar um personagem qualquer e uma situação de conflito para o personagem do aluno possa vivenciá-la. Que também identifique estas características em personagens de livros, filmes ou super-herói.
O desenvolvimento dos personagens se dá através da elaboração do argumento ou sinopse. Nesta fase começaremos a desenhar os personagens localizando a história no tempo e no espaço: a história começa aqui, passa por ali e acaba assim.
QUARTA ETAPA: AÇÃO DRAMÁTICA
A ação dramática já bastante desenvolvida pela etapa anterior vem auxiliar o complemento dessa definindo como vamos contar este conflito básico. Ao o que, quem, onde e quando, juntamos então o como. Para trabalhar na ação dramática, somos obrigados a construir uma estrutura (seqüências), que é um dos fundamentos do roteiro.
As seqüências organizam-se segundo uma unidade de ação, composta por cenas, determinadas pelas alterações do espaço e a participação dos personagens.
Atividade: Identificar em quantos lugares diferentes acontece uma história. Identificar os vários ambientes (locações) de um filme ou até mesmo de uma novela.
Segue-se com a construção das Escaletas
QUINTA ETAPA: TEMPO DRAMÁTICO
Nesta etapa iremos determinar como será desenvolvida a ação, seu tempo e função para a história. Os personagens se desenvolvem e são escritos seus diálogos. Todos os outros coadjuvantes estão presentes e descritos nas cenas, além da descrição da locação e das ações. Indicação de trilha sonora e efeitos especiais ou de edição também serão descritos quando necessários. Teremos então, finalmente, o primeiro rascunho do roteiro.
ROTEIRO: É a forma escrita de qualquer projeto audiovisual. Segundo Syd Field “é uma história contada em imagens, diálogo e descrição, dentro do contexto de uma estrutura dramática”.
SEXTA ETAPA: UNIDADE DRAMÁTICA
Neste ponto, o roteiro deve estar pronto para ser filmado ou gravado. Mas antes, um STORYBOARD deve ser desenvolvido para facilitar esta etapa de produção.
STORYBOARD: É a representação em forma de quadrinhos de todos os planos que irão compor cada cena. Serve para definir os enquadramentos e para visualizar se a ação descrita será compreensível através das imagens pré-determinadas ou quantidade. Embaixo de cada quadro podemos incluir o trecho do roteiro (diálogo ou ação), movimento de câmera, ruídos, trilha sonora ou efeitos especiais.
Origem do Cinema
Indícios históricos e arqueológicos comprovam que é antiga a preocupação do homem com o registro do movimento. O desenho e a pintura foram as primeiras formas de representar os aspectos dinâmicos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de figuras. O jogo de sombras do teatro de marionetes oriental é considerado um dos mais remotos precursores do cinema. Experiências posteriores como a câmara escura e a lanterna mágica constituem os fundamentos da ciência óptica, que torna possível a realidade cinematográfica.
Bisão período paleolítico – representado com mais de quatro patas.
Jogos de sombras – Surge na China, por volta de 5.000 a.C. É a projeção, sobre paredes ou telas de linho, de figuras humanas, animais ou objetos recortados e manipulados. O operador narra a ação, quase sempre envolvendo príncipes, guerreiros e dragões.
Sombras Chinesas
Câmara escura – Seu princípio é enunciado por Leonardo da Vinci, no século XV. O invento é desenvolvido pelo físico napolitano Giambattista Della Porta, no século XVI, que projeta uma caixa fechada, com um pequeno orifício coberto por uma lente. Através dele penetram e se cruzam os raios refletidos pelos objetos exteriores. A imagem, invertida, inscreve-se na face do fundo, no interior da caixa.
Lanterna mágica – Criada pelo alemão Athanasius Kirchner, na metade do século XVII, baseia-se no processo inverso da câmara escura. É composta por uma caixa cilíndrica iluminada a vela, que projeta as imagens desenhadas em uma lâmina de vidro.
retirado de HISTÓRIA DO CINEMA
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