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As aventuras de Tintim

No primeiro, de três filmes da franquia, o jovem jornalista  Tintim, está em busca de uma nova e emocionante história pra contar. Mas o que ele não fazia idéia, é que encontraria essa história numa grande aventura, que atravessaria, terra, céus e mar.

O longa foi, merecidamente, ganhador do Globo de Ouro 2012, na categoria melhor animação. E, de fato, foi muito bem feito.

Foi produzido com a técnica de captura de movimentos, a mesma utilizada, nos consagrados Avatar, Planeta dos Macacos, A Origem e muitos outros – o que faz toda a diferença no filme. Planos fantásticos e animação perfeita, inclusive nos detalhes e texturas; isso sem falar da edição do som, que tornam as cenas de ação mais espetaculares ainda.

E pra quem achava que Spielberg estava fora de forma, Tintim veio pra provar o contrário. Dessa vez ele acertou o tom, pois seguiu bem a fórmula dos filmes comercias de hoje em dia, muita ação, muito barulho, novas tecnologias, 3D – diferentemente dos seus últimos filmes que são mais intimistas e melancólicos, portanto menos “vendíveis”.

Agora, mudando um pouco o rumo da conversa… Confesso que sou amante de créditos de filmes, e Tintim também não me decepcionou nesse quesito. Os créditos de abertura são um show a parte, seguem uma linha retrô e a música é a original do mestre John Williams. A partir daí já temos um prévia do que está por vir.

Acredito que os fãs dos quadrinhos clássicos do belga Hergé não ficarão decepcionados. Para os amantes de Titim, recomendo ainda assistir em 3D, mais pelo visual do filme, que de fato é muito “bakana”; mas quem quiser assistir o 2D também não irá perder muita coisa.

Em resumo é um ótimo entretenimento pra toda a família.

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Sobre Fernanda Alyssa

Designer, Pós-Graduada em Pós-produçao em Cinema. Curiosa, Cinéfila e Crítica, não necessariamente nessa ordem...
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