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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

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Luc Besson está de volta. O produtor, diretor e roteirista de filmes com grande sucesso, dos quais eu destaco – Nikita, O Profissional, O Quinto Elemento, Joana D`Arc, e Lucy – conseguiu finalmente realizar seu sonho de levar para as telas a adaptação da Graphic Novell de ficção científica francesa de 1967 Valerian: O Agente Espaço-Temporal.

Idealizado por ele logo após O Quinto Elemento em 1997, o longa acabou não sendo executado pelo fato de exigir efeitos especiais que na época os estúdios não eram capazes de criar (assim como James Cameron com Avatar). Para se ter uma ideia, o filme conta com mais de 2350 efeitos especiais que criaram universos, planetas, diversas espécies alienígenas e paisagens inconcebíveis sem os efeitos digitais de hoje. Foram 10 meses de pós-produção, para seis meses de filmagem, o que o tornou, o filme mais caro do cinema francês da atualidade.

Estrelado por Dane DeHaan (O Espetacular Homem-Aranha 2) como Valerian e Cara Delevingne (Esquadrão Suicida) como Laureline, o elenco tem ainda Clive OwenEthan HawkeJohn Goodman, Herbie Hancock, e a participação especial de Rihanna que aparece em “diversas versões”.

O longa é ambientado na gigantesca estação especial Alpha que abriga milhares de alienígenas provenientes de todo o universo, com economia própria e que respeita hábitos e cultura de cada raça. Que vivem em setores específicos de acordo com as necessidades atmosférica e biológicas que necessitam. Mas como não poderia deixar de ser, em determinado momento, a estação passa a ser ameaçada de destruição, momento no qual nossos heróis Valerian e Laureline entram em cena. Com um pouco de romance, muita ação e um visual fantástico, o filme traz consigo de uma maneira muito especial e bem cuidada, todos aqueles conceitos que já conhecemos das produções de ficção científica, tais como naves com velocidade de dobra espacial, tele transporte, transmorfos e viagem no tempo.

Em determinadas cenas, parece que estamos dentro de um gigantesco videogame (vale muito a pena ver em 3D), e muito vai me admirar se já não houve um a ser lançado. Os protagonistas seguram bem os seus respectivos papeis, embora me incomode o fato de parecerem muito jovens para o papel que desempenham. Valerian (Dane Dehaan) não tem idade e seu jeito de adolescente (principalmente em questões de ordem pessoal) em momento algum transmite a autoridade de um major. Mas se você gosta de aventura e ação, vai aproveitar e gostar. Bom lembrar que Luc Besson já está com o roteiro da próxima aventura de Valerian pronto.

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Por Álvaro Machado

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Planeta dos Macacos: A Guerra

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Ave César. A tradicional saudação ao grande imperador romano nunca faria sentido se fosse prestada ao personagem César (Andy Serkis) nos filmes anteriores da nova franquia que, como virou moda na indústria de cinema século 21, deu um “rebbot” nos antológicos filmes da série “Planeta dos Macacos” do final da década de 60 e início da década de 70.

Mas neste filme, após vários anos vivendo em paz, César e seu grupo são forçados a entrarem em uma guerra, liderada por um coronel (Woody Harrelson) que não tem qualquer tipo de escrúpulos ou piedade, onde centenas de macacos perdem a vida, podemos ver, um César que é forçado a abandonar seus princípios e instintos mais “humanos” para buscar vingança sem misericórdia, tornando-se digno do César da antiguidade.

Respeitoso com a franquia original, o longa dirigido por Matt Reeves e estrelado por Andy Serkis (César), Woody Harrelson (Coronel), Karin Konoval (Maurice), Judy Greer (Cornelia), Steve Zahn, Aleks Paunovic e Sara Canning, não a perde de vista. Claro que não podemos comparar os efeitos especiais que a cada cena nos surpreendem, principalmente no que se refere aos macacos. O moderno sistema de captura de movimentos que hoje substituem as antigas máscaras de látex, permitem aos atores interpretações que nos impactam diretamente pelos sentimentos transmitidos.

Com muita ação e sentimentos à flor da pele, o filme se desenvolve num ritmo coerente e ágio, levando o espectador a esquecer os seus 160 minutos de duração. Também, com muita coerência explica algumas situações que só farão sentido no futuro, mas que fazem diferença para aqueles que conhecem a franquia anterior. Dizem que estes novos filmes compunham uma trilogia, mas pelo andar da carruagem, podemos dar como certo que novos filmes virão. Tem muita história para ser contada, e as pistas estão lá.

 

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Escrito por Álvaro Machado

Dunkirk

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O longa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, as tropas aliadas estão “encurraladas” na praia de Dunkik,  de um lado cercados pela Alemanha, e de outro mar.

A narrativa dirigida por Christopher Nolan não é tradicional, se passa em três tempos distintos,  o tempo que se passa na terra conta história de dois soldados que estão na praia juntamente com os outros milhares de combatentes que esperam por um milagre, para sair daquele inferno.

O tempo que se passa no mar, retrata a história de um dos civis britânicos,  os quais, de forma voluntária, partiram da Inglaterra em direção ao resgate dos conterrâneos.

E por fim o tempo que retrata a batalha no ar mostra os momentos tensos de três pilotos das forças aliadas,  que em meio algumas dificuldades tentam impedir os ataques e bombardeios dos Alemães.

O filme é de poucos diálogos, não é romântico, mas é do tipo que já começa no clímax, a sequencia inicial é tensa e essa tensão perdura por toda trama.  A trilha sonora é um show a parte e casa perfeitamente com os cortes e colaboram para que a atenção do espectador seja mantida.

Nolan, mais uma vez acertou o tom, e com maestria!

Assista em IMAX!

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Star Trek – Sem Fronteiras

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startrek_1A famosa Enterprise encontra-se no terceiro ano (de cinco) da sua missão: explorar novos mundos… para pesquisar novas vidas… novas civilizações… audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.

Tudo segue bem, mas de forma entediante, até o momento que o Capitão Kirk (Chris Pine) recebe um chamado de socorro, dispostos a ajudar a tripulação parte para mais uma aventura, eles só não esperavam que a nave seria atacada de modo que é preciso abandoná-la. Eles caem em um planeta desconhecido onde grande parte da tripulação foi feita refém e nossos heróis vão trabalhar para salvá-los e também salvar uma base da federação de uma arma mortífera que esta de posse do vilão Krall (Idris Elba).

O longa tem uma produção incrível, a sequência em que a nave é atacada é bastante empolgante e rica em detalhes. Em outros momentos o filme tem várias cenas de ação também muito bem produzidas.

Desde 2009 J.J. Abrans, tem feito um ótimo trabalho, ele realmente consegue, de maneira formidável, traduzir o espírito da série. Elogios a Simon Pegg (que vive na série o engenheiro Scotty), também não faltam; ele juntamente com Doug Jung escreverem um roteiro quase que impecável, por se tratar do terceiro filme da franquia, eles optam por não perder tempo apresentendo personagens e já partem para ação logo no início do filme.

Em resumo, Star Treck é um ótimo filme, que com certeza agradará aos fãs que irão se emocionar nas cenas finais.

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O Regresso

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“O Regresso”, que estreou nessa quinta (04/02) é um filme baseado na história real de Hugh Glass, interpretado por Leonardo DiCaprio, um caçador de peles que é atacado por um urso e abandonado por seus companheiros tendo que, ferido, enfrentar os desafios da natureza para sobreviver, retornar, e se vingar.

Quanto a isso, os desafios da natureza não ficaram somente para os personagens. Leonardo faz questão de ressaltar nas entrevistas que este foi um filme de grande complexidade não só para ele. O diretor Alejandro González Iñárritu fez questão de gravar em cenários reais e de aproveitar a luz natural, o que exigiu de toda equipe um esforço grande, inclusive na busca por cenários ideais e neve, o que os fez passar por EUA, Canadá e América do Sul, além de gravações em horários difíceis, como durante madrugada.

O longa é ganhador de três categorias do Globo de Ouro, a de melhor filme de drama, melhor ator de drama e melhor diretor. Quanto ao Oscar, teve 12 indicações, incluindo a de melhor ator, alimentando a torcida para DiCaprio finalmente levar a estatueta.

Pessoalmente, o filme me pareceu muito longo (dura cerca de 2h30m) e um tanto quanto maçante. A direção e atuação merecem de fato as honras que tem recebido, então vale a pena caso você queira assistir um filme bem feito e que (possivelmente) vai conceder o Oscar ao Leo.

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Novo trailer de A Série Divergente: Convergente

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A Série Divergente: Convergente, estreia em 10 de março de 2016.

O terceiro filme da série de enorme sucesso mundial é estrelado pela indicada ao Globo de Ouro, Shailene Woodley, Theo James, a vencedora do Oscar, Octavia Spencer e a indicada ao Oscar, Naomi Watts.

A série de livros Divergente está desde 2011 na lista dos mais vendidos do New York Times. As vendas da trilogia ultrapassaram 34 milhões de cópias mundialmente, com 17 milhões à época do lançamento do filme Divergente nos cinemas, em 2014. “Convergente” vendeu 455,000 cópias em seu primeiro dia de lançamento em 2013, quebrando o recorde da Katherine Tegen Books/ HarperCollins Publishers. As pré-vendas de “Convergente” excederam qualquer outra da história da HarperCollins.

Os dois primeiros filmes da série renderam mais de US$550 milhões nas bilheterias mundiais.

Joy: O Nome do Sucesso

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“Joy: O nome do sucesso” é baseado na biografia de Joy Mongano, americana inventora e empresária bem-sucedida, e pretende contar os percalços pelos quais ela passa até alcançar o sucesso.

Nos anos 90, a mãe divorciada de 3 filhos, enfrenta grandes adversidades em sua história.  Nesse sentido, o espectador é convidado a compartilhar as emoções da protagonista em seus conflitos familiares, na insatisfação no trabalho e nos desafios para conseguir executar e promover sua invenção, o “Miracle Mop”, esfregão que pode ser torcido sem que seja necessário levar a mão no tecido (o espectador frequentador dos supermercados certamente vai reconhecer produtos semelhantes).

Dirigido por David O. Russell, o longa é sensível e emociona. O papel principal é interpretado por Jennifer Lawrence, indicada ao Oscar de melhor atriz, e o elenco conta ainda com nomes como Bradley Cooper, Robert De Niro, e Édgar Ramírez.

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Por Thayssa Maira

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