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Arquivo do autor:Fernanda Alyssa

O Touro Ferdinando

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No filme a máxima tamanho não é documento pode ser aplicada ao touro Ferdinando, que se recusa a ser um touro de briga, criado para ser um touro bravo ele tenta escapar de seu destino ele fugindo do rancho onde nasceu. Ferdinando encontra abrigo em uma fazenda de flores, onde se vê amado e livre da obrigação de brigar, ele acaba se tornando um touro forte e gigante e com um coração maior ainda.

Por azar ele é confundido com um animal perigoso, ele é capturado e arrancado de sua casa e termina voltando para o racho de onde fugira. Determinado a voltar para sua família, ele se une a uma equipe desajustada nessa grande aventura.

O longa é mais uma  animação com direção de Carlos Saldanha, das franquias de Era do Gelo e Rio, o diretor mais uma vez acerta no tom, e consegue  agradar adultos e crianças com cenas engraçadas e momentos emotivos.

A animação em si não fica devendo nada par os grandes estúdios é muito bem elaborada e rica em detalhes. Na dublagem nacional, o desta que é Thalita Carauta que dá vida a cabra Lupe, e o elenco conta ainda com Maisa Silva Otaviano Costa, que também dão o tom certo aos personagens.

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O rei do show

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O Rei do Show, conta a história de P.T. Barnum, o criador do circo como conhecemos hoje. Barnum (Hugh Jackman – Os Suspeitos) é um sonhador de origem humilde, aspira para sua família uma vida diferente da sua, e não mede esforços para realizar o seu sonho, assim ele se revela como um  lendário empreendedor do ramo de entretenimento. Obstinado, ele consegue tudo o que sonha, mas essa mesma obstinação coloca em risco suas próprias conquistas.

A história se passa no século XIX, mas a estética do filme, exceto pelo cenário, em nada remete a época, o visual, efeitos, musicas e edição são bem modernos e a dinâmica nos faz lembrar dos videoclipes atuais. Mas isso não compromete o filme, pelo contrário, as musicas, especialmente compostas para o filme, e as coreografias são o ponto alto do longa.

Feito para agradar a todos a obra é bem popular, assim como na história contatada o filme é feito para agradar as massas e levanta temas como, aceitação e inclusão das diferenças, racismo, romance proibidos, amor ao dinheiro. Apesar dos clichês,  é um forte candidato ao Oscar 2018.

 

Assassinato no Expresso Oriente

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Acredito que a grande maioria dos leitores conhece ou já ouviu falar de Arthur Conan Doyle e sua mais famosa criação, o detetive Sherlock Holmes. Mas já ouviram falar de Agatha Christie e de sua maior criação, o detetive Hercule Poirot? Saiba que ele não fica devendo nada ao Sherlock Holmes, inclusive, considera-se até superior a ele, quando declara em seu mais novo filme que é o melhor detetive do mundo.

Escrito por Agatha Christie, uma das autoras que mais venderam na estória de literatura mundial, Assassinato no Expresso Oriente, é uma das suas obras mais conhecidas, e pela segunda vez é adaptado para o cinema. O clássico de 1974 foi dirigido por Sidney Lumet e contava com grandes nomes do cinema tais como Albert Finney (Hercule Poirot), Lauren Bacall, Sean Conery, Ingrid Bergman, Vanessa Redgave, e Richard Widmar.

O novo longa, que tem roteiro de Michael Gren (Blade Runner 2049), conta também com um elenco de primeira, começando com Kenneth Branagh (Hercule Poirot) que também é o diretor, Michelle Pfeiffer (Batman, O Retorno), Johnny Depp (Piratas do Caribe), Daisy Ridley (Star Wars), Willen Dafoe (Homem Aranha), Judi Dench (007), Penélope Cruz (Piratas do Caribe), e traz uma versão um pouco mais leve que a versão anterior.

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Mais leve e menos denso que o anterior, o filme mostra Hercule Poirot investigando a morte misteriosa de um dos passageiros de um trem de luxo, e que nos leva à famosa e tradicional pergunta: – Quem matou?

A direção de arte recria com esmero o interior do luxuoso trem de passageiros, e os figurinos bem elaborados e elegantes chamam a atenção. A direção de fotografia é belíssima e traz ângulos e enquadramentos que se destacam. A atuação dos atores em alguns momentos é rasa e observa-se a necessidade de delinear e desenvolver melhor os personagens para alcançar o clima de mistério que este tipo de filme requer. Quem se destaca é Michelle Pfeiffer que encarna bem seu personagem em uma interpretação soberba e que é fundamental para a trama. Graças a Deus, Johnny Deep, que mesmo se esforçando ainda é ator de um só papel, entra e sai rapidinho.  Como sou um purista, senti falta de um pouco mais do clima de mistério que o livro e a versão anterior trazem.

A direção de Branagh cria um rítmico muito rápido e dinâmico que faz o longa perder um pouco da carga de mistério, contradições e reviravoltas que fazem o espectador se prender à cadeira neste tipo de filme.  Mas se você quer se divertir um pouco e tentar bancar o detetive, vá assistir, e aguarde, que em breve teremos mais. O final deixa isto bem claro. Morte sobre o Nilo vem aí.

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por Álvaro Machado

Liga da Justiça

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O melhor filme da DC já lançado até agora. Sim, embora tenha algumas falhas no desenvolvimento do roteiro e dos personagens, situações mal exploradas e alguns efeitos de computação gráfica que em vários momentos deixam muito a desejar, o filme dirigido por Zack Snyder e finalizado por Joss Whedon, entrega diversão e ação, num filme sem maiores pretensões dramáticas.

Mais leve e divertido que os filmes anteriores, deixa para trás o tom sombrio e pesado que Homem de Aço e Batman vs Superman: A origem da Justiça, haviam estabelecido. O longa começa lidando, com algumas das consequências trazidas pelos dos confrontos vistos nos filmes anteriores, nos faz contemplar a consternação mundial que a morte do Super-Homem causou, ao mesmo tempo que nos apresenta o Lobo da Estepe, o novo vilão, que para variar, quer dominar e destruir a terra.

Somos apresentados ao reino de Atlantis e ao Aquaman (Jason Momoa), que inicialmente se mostra descompromissado e beberão, a Victor Stone (Ray Fisher), o Ciborgue, ensimesmado e depressivo em função de sua condição, e por fim, a Barry Allen (Ezra Miller) o Flash, que apesar de seus poderes, quer se entrosar com as pessoas e achar seu lugar na sociedade. Batman (Ben Affleck) e Mulher Maravilha (Gal Gadot) formam a dupla que será o fio condutor que irá reunir estes heróis, criando a Liga da Justiça.

O roteiro é previsível, mas nos permite acompanhar bem o desenrolar da história. Com algumas dificuldades iniciais, os heróis acabam se entrosando criando um clima de camaradagem, companheirismo e entrosamento. Mas ao perceberem que mesmo unindo seus poderes, não são páreo para o vilão e sua horda de para-demônios, chegam a conclusão que somente com a ajuda de um outro herói poderão obter êxito. E você sabe bem quem é este herói.

No final tudo se resolve, temos um filme que agrada, e que nos faz sair do cinema querendo ver mais deste grupo, que conforme dica da Mulher Maravilha poderá no futuro, contar com novos heróis. Divirta-se e não deixe de assistir as cenas pós crédito.

 

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Por Álvaro Machado

Star Trek Discovery – Primeiras impressões

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Sou fã de carteirinha de Jornada nas Estrela, tenho em casa todos os DVD´s das séries, e as acompanho desde seus primórdios. Fiquei entusiasmado quando Star Trek Discovery foi anunciada e esperei ansioso pela estreia. Mas devo confessar que a série, que está em exibição no Netflix, com episódios inéditos todas as segundas-feiras, não me convenceu, e em certo ponto até me decepcionou.

Achei interessante a mudança de foco, quando tiram do capitão o protagonismo da série, mas ao mesmo tempo me incomodam outras mudanças tanto no conceito, quanto nos princípios estabelecidos desde sempre em toda a franquia. Não estou me referindo, por exemplo, à 1ª diretriz (desobedecida logo de cara no primeiro episódio) que em todas as séries só é observada quando convêm ao roteiro. Isto é normal e já aconteceu inclusive na nova franquia estabelecida no cinema por JJ Abrams. O problema principal, na minha visão, é a mudança de princípios.

Alguém que conhece a franquia pode imaginar um primeiro oficial (ainda por cima meio Vulcana) se amotinando, agredindo seu capitão e desobedecendo as ordens? Pode imaginar o capitão Kirk, ou os capitães Picard (Nova Geração), Archer (Enterprise), Sisco (Deep Space Nine) ou a capitã Jenaway (Voyager) aprisionado e usando um ser inteligente e senciente para qualquer tipo de propósito? Acredito que não. Mas, o capitão Lorca da NCC-1301 Discovery é, e ainda por cima, com a conivência e ajuda da Michael Burnham (personagem principal da série), a primeira oficial amotinada em toda a história da Federação Unida de Planetas. Nesta época não sabemos por onde anda Spock ou quantos anos ele deve ter (como sabemos, os Vulcanos vivem muito mais que os humanos), mas tenho certeza que ele jamais tomaria qualquer atitude que fosse de encontro às normas da federação, contra as ordens do capitão Kirk, ou que pudesse colocar em risco a Enterprise e/ou sua tripulação.

Está claro que a ideia dos roteiristas é mostrar os conflitos que a dicotomia de Michael, nascida humana (sim, embora o nome deixe dúvidas, é um personagem feminino) e criada como vulcana traz ao personagem. Mas será que depois de viver a maior parte de sua vida em Vulcano, sendo instruída e educada por Sarek, pai de Spock e provavelmente convivendo com ele; mais os sete anos em que foi a “Número Um” da nave Shenzhou acompanhando a capitã Georgiou (esta sim, uma capitã digna dos outros) não foram suficientes para que ela absorvesse os princípios mais básicos e fundamentais da Frota Estelar, levando-a a se amotinar, e começar uma guerra que na primeira batalha destruiu dezenas de naves da federação e matou mais de oito mil pessoas? Mesmo diante de todas as justificativas oferecidas, (como diria meu velho e saudoso pai), explica, mas não justifica.

Outra questão, passa pelos Klingons (eternos inimigos da Federação). Achei muito lógico, coerente e diferente coloca-los falando sua língua original, mas podia ter ficado só nisto. Porque muda-los tanto fisicamente? Depois desta nova mudança, passei a considera-los a raça mais “mutante ” da galáxia. Na série original eram parecidos com os humanos. O que os diferenciava era a cor da pele, um pouco mais bronzeada, sobrancelhas levantadas, barba e bigode no estilo chinês. Na época dos filmes do cinema e nas outras séries, foram definidos com a aparência do tenente Worf – Michael Dorn, ator que o interpretava, foi o ator que mais participou de episódios nas várias séries de Jornada nas Estrelas – personagem recorrente tanto em Jornada nas Estrelas – Nova Geração, quanto em Deep Space Nine. Esta definição que achei, seria definitiva, foi também apresentada e preservada na série Enterprise do capitão Archer (onde tentaram dar uma explicação “meia-boca” para a primeira mudança de fisionomia) que é anterior a época do capitão Kirk. Mas e agora? Por que mudaram tudo novamente? Alguém já percebeu que de lado, a cabeça de alguns deles parece com a do Alien (chamem a Sigourney Weaver). Porque mudar a fisionomia da raça Klingon mais uma vez? O que diria Kahless sobre isto? Como se explica isto dentro do cânone?

 

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Diferença dos Klingons

 Às vezes parece que estou assistindo uma série totalmente diferente daquelas com as quais me acostumei e já revi tantas vezes. Embora faça referência e homenageie a série original (preste atenção ao excelente vídeo de abertura) com feisers, comunicadores e tricorders, as naves são totalmente diferentes e com avanços e recursos tecnológicos inimagináveis tais como comunicação holográfica em 3D e dobra espacial instantânea (onde você pisca e está do outro lado da galáxia). As naves têm mais recursos que a Voyager da capitã Janeway que era a nave mais sofisticada já criada pela federação, muitos e muitos anos depois. Se tivesse estas tecnologias, ela não precisaria ter ficado tanto tempo perdida no quadrante delta, não é verdade?

Será que estou sendo muito crítico? Muito imediatista? Muito purista? Será que nos próximos capítulos a história vai evoluir para o que conhecemos, gostamos e esperamos? Se era para fazer uma nova série de Star Trek tão diferente, poderiam simplesmente chama-la Discovery, mudar o nome dos inimigos, criar uma outra coalisão de planetas e pronto. Gene Roddenberry (O Grande Pássaro da Galáxia) criador da série deve estar se revirando no túmulo.

Por Álvaro Machado

Blade Runner – 2049

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Quando Ridley Scott lançou Blade Runner – O Caçador de Androides em 1982, eu tinha 21 anos e maioria de vocês leitores, ainda não tinham nem nascido. Na época, a história dos replicantes, incríveis e sofisticados androides “replicados” dos humanos simplesmente me arrebatou. O filme era a busca e a celebração da vida, e por isto passei a considerar este filme o melhor filme que eu já tinha visto em minha vida. Alguém um dia me disse que a única certeza na vida é que um dia vamos morrer. Mas a única incerteza é sabermos quando. A diferença na época, é que eles, os replicantes sabiam. Sabiam exatamente quanto tempo de vida tinham e quando iriam morrer. Esta certeza que permeou o primeiro filme trouxe várias e longas discussões filosóficas acerca da moral, da ética e do direito que temos de viver ou simplesmente sobreviver. As várias versões, ao todo sete, lançadas em vídeo, só ajudaram nesta discussão e acabaram transformando o longa num clássico. Quem não viu, deveria ver.

Mas mesmo que você não tenha assistido, nesta continuação você vai encontrar a mesma ambientação (novamente merchandising da Coca-cola), o mesmo momento (embora tenham se passado 30 anos) e os mesmos motivos para novas discussões. O caçador agora é outro (Ryan Gosling), o oficial K, que “aposenta” os replicantes rebeldes e foragidos da polícia de Los Angeles, Mas ao fazê-lo, acaba por descobrir um segredo que poderia pôr em risco toda a sociedade e deflagrar uma guerra entre os humanos e os agora modernos e atualizados replicantes. A premissa, é a mesma, vida. Vida que gera vida, seja ela natural ou artificial.

Se você teve a oportunidade, assim como eu, de assistir o primeiro filme e gostou, vai gostar deste também, mas se não assistiu, também não vai se decepcionar. A trilha sonora não é Vangelis, mas traz as mesmas emoções. O diretor não é Ridley Scott, que neste longa é apenas produtor, mas Denis Villeneuve, sabe nos conduzir a todas as questões que o ano de 2049 pode levantar sobre nós, sobre a vida, e quem sabe até mesmo sobre replicantes.

 

Por Álvaro Machado

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

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Luc Besson está de volta. O produtor, diretor e roteirista de filmes com grande sucesso, dos quais eu destaco – Nikita, O Profissional, O Quinto Elemento, Joana D`Arc, e Lucy – conseguiu finalmente realizar seu sonho de levar para as telas a adaptação da Graphic Novell de ficção científica francesa de 1967 Valerian: O Agente Espaço-Temporal.

Idealizado por ele logo após O Quinto Elemento em 1997, o longa acabou não sendo executado pelo fato de exigir efeitos especiais que na época os estúdios não eram capazes de criar (assim como James Cameron com Avatar). Para se ter uma ideia, o filme conta com mais de 2350 efeitos especiais que criaram universos, planetas, diversas espécies alienígenas e paisagens inconcebíveis sem os efeitos digitais de hoje. Foram 10 meses de pós-produção, para seis meses de filmagem, o que o tornou, o filme mais caro do cinema francês da atualidade.

Estrelado por Dane DeHaan (O Espetacular Homem-Aranha 2) como Valerian e Cara Delevingne (Esquadrão Suicida) como Laureline, o elenco tem ainda Clive OwenEthan HawkeJohn Goodman, Herbie Hancock, e a participação especial de Rihanna que aparece em “diversas versões”.

O longa é ambientado na gigantesca estação especial Alpha que abriga milhares de alienígenas provenientes de todo o universo, com economia própria e que respeita hábitos e cultura de cada raça. Que vivem em setores específicos de acordo com as necessidades atmosférica e biológicas que necessitam. Mas como não poderia deixar de ser, em determinado momento, a estação passa a ser ameaçada de destruição, momento no qual nossos heróis Valerian e Laureline entram em cena. Com um pouco de romance, muita ação e um visual fantástico, o filme traz consigo de uma maneira muito especial e bem cuidada, todos aqueles conceitos que já conhecemos das produções de ficção científica, tais como naves com velocidade de dobra espacial, tele transporte, transmorfos e viagem no tempo.

Em determinadas cenas, parece que estamos dentro de um gigantesco videogame (vale muito a pena ver em 3D), e muito vai me admirar se já não houve um a ser lançado. Os protagonistas seguram bem os seus respectivos papeis, embora me incomode o fato de parecerem muito jovens para o papel que desempenham. Valerian (Dane Dehaan) não tem idade e seu jeito de adolescente (principalmente em questões de ordem pessoal) em momento algum transmite a autoridade de um major. Mas se você gosta de aventura e ação, vai aproveitar e gostar. Bom lembrar que Luc Besson já está com o roteiro da próxima aventura de Valerian pronto.

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Por Álvaro Machado

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