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Pequena Grande Vida

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“Querida encolhi as crianças” conta a história… Ops filme errado! Muitas são as coincidências, entre Pequena Grande Vida e o filme do final da década de oitenta. O longa que conta a história de uma sociedade “alternativa”, de pessoas encolhidas a partir de uma fórmula “mágica”, desenvolvidas por cientistas com a desculpa que o mundo seria melhor e mais sustentável se todas as pessoas fossem pequenas  uma vez que a produção de lixo, poluição seria infinitamente menor.

A verdade é que a grande maioria das pessoas escolhiam o encolhimento com o objetivo de obter vida melhor, de luxo e riqueza, proporcionalmente o dinheiro passa a valer mais, pois os custos também são proporcionalmente mais baixos. Mas como na vida nem tudo são flores, o encolhimento também é utilizado como meio de punição, para pessoas que de alguma forma são uma ameaça no mundo dos grandes. Além disso, encolhimentos clandestinos causam danos mortais a pessoas que tem o desejo de se encolher mas não possuem dinheiro suficiente para se submeter aos métodos tradicionais.

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Em resumo, o longa faz uma crítica a sociedade atual, o modo como se organiza, vive se relaciona e consome, tem um fundo humanitário, e mostra com clareza  distorções e contrastes sociais, que existem da mesma forma no mundo dos grandes e dos pequenos.  Apesar de diminutas, a pessoas ainda são humanas, assim se tem espaço para romance, conflitos, medos e aflições.

Matt Damon da vida ao protagonista da trama, ele  se esforça em desempenhar bem seu papel, mas parece meio perdido pois a história não ajuda e nem de longe lembra suas boa atuações. Christoph Waltz é a melhor parte do filme, em um papel bem diferente de todos os outros já interpretados, ele acaba roubando  a cena.

O filme até começa bem, mas perde o foco, quer falar sobre tudo mas acaba não focando em nada. É digno apenas de sessão da tarde.

 

 

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Elysium

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elysium_1ESSE COMENTÁRIO PODE CONTER SPOILERS!

No ano de 2159, existem duas classes de pessoas: os muito ricos, que vivem numa estação espacial imaculada construída pelo homem, chamada Elysium, e os demais, que vivem na Terra arruinada e super povoada. As pessoas na Terra estão desesperadas para escapar da criminalidade e da pobreza do planeta, e precisam desesperadamente da assistência médica de ponta disponível em Elysium – mas alguns residentes de Elysium farão de tudo para impor o cumprimento das leis anti-imigração e preservar o estilo de vida luxuoso dos seus cidadãos. O único homem com alguma chance de trazer igualdade a esses mundos é Max (Matt Damon), um sujeito comum que precisa urgentemente chegar a Elysium. Com a sua vida em risco, ele assume a contragosto uma missão perigosa que o colocará cara a cara contra a Secretária Delacourt (Jodie Foster), de Elysium, e seu exército linha-dura. Se ele for bem-sucedido, entretanto, poderá salvar não só a sua própria vida, mas também a de milhões de pessoas na Terra.

A história de Elysium nada mais é que uma alegoria do momento em que vivemos agora em 2012, não é preciso esperar chegar o ano de 2159,para perceber o caos em que a terra se tornou,  já vivemos nesse caos. E infelizmente  também já somos divididos entre 2 classes os muito ricos, e os pobres, em que, os muito ricos querem manter sua posição social e preferem manter o distanciamento existente entre eles e os “menos favorecidos”.

Os ricos de hoje parecem viver, mesmo, em uma outra dimensão, pois não é raro aparecerem notícias na mídia sobre excentricidades dos milionários, eles tem sim têm acesso, a procurada a assistência  médica de ponta, em quanto os pobres morrem nas intermináveis filas de hospitais, e outros mais pobres ainda vivem em condições subumanas sem o mínimo de dignidades.

Em quanto outros tentam entrar ilegalmente em países de primeiro mundo, em busca de uma vida melhor são barrados  ou deportados, por existirem leis anti-imigração. Sobram ainda os que utilizam de meios ilícitos para fazerem parte (ou pelo menos tentar fazer parte) desse mundo perfeito, onde tudo funciona e não falta nada… Não é atoa que os mais infelizes se inscreveram para ir para Marte…

Sempre existirá um abismo entre os que estão na terra e aqueles que estão em Elysium desfrutando de uma vida confortável sem muito esforço, mas infelizmente o sistema que “domina” o nosso mundo não é um sistema de computador em que se pode dar “reboot”, e ter um final feliz.

Falando do filme em sí, Elysium é bem feito ou melhor bem produzido, a história é um pouco rasa, talvez, um pouco clichê,a culpa é sempre dos países ricos, além de alertar para as questões socioeconômicas, abortas questões ambientais, Matt Damon está bem, na medida do possível, em seu papel, nossos pupilos brasileiros, Alice Braga e Wagner Moura, possuem papéis relevantes e conseguem algum destaque a pesar das personagens, também nao serem grandes coisas, pois não possuem profundidade suficiente para abordar temas tão densos. Passando para as partes práticas os efeitos especiais são legais assim como o design de produção, os figurinos, as fotografias, as cenas de ação, mas a trama é fraca o roteiro tem muitos furos. Em resumo é um blockbuster, para aqueles que gostam de ação e quiserem arriscar…

Jobs

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Se você faz parte da legião de aficionados pelos produtos a Apple, e tinha Steve Jobs como um guru da tecnologia, vai gostar de assistir “Jobs”. Alerto porem, para os “descontos” que deverão ser dados em função da visão bem “sessão da tarde” que o diretor Joshua Michael Stern imprime ao filme.

Com Ashton Kutchern no papel título, mais conhecido atualmente por sua participação no seriado “Two and a Half Men”(desde 2011), e por filmes como “Cara, Cadê meu Carro” (2000), “Efeito Borboleta” (2004), “Idas e Vindas do Amor” (2010) e mais recentemente, “Sexo sem Compromisso” (2011), a primeira produção lançada após a morte de Steve Jobs em 2011 (A Sony Picture esta preparando uma outra versão baseada na biografia oficial escrita por Walter Isaacson), o filme mostra Jobs nos primeiros anos da Apple Computer, abordando a criação dos primeiros produtos, em especial o Apple II, os conflitos pessoais e os problemas que sua personalidade forte causou com funcionários, investidores e amigos.

O principal destaque do longa é a caracterização de Ashton Kutchern, que esta perfeita. Ele consegue representar perfeitamente o andar característico de Jobs, seus maneirismos e a maneira de falar. Destaque para a maquiagem quando Jobs esta mais velho e em seus últimos anos de vida. O ator declarou em entrevista, que assistiu a incontáveis horas de vídeos para conseguir incorporar os maneirismos do ex-CEO da Apple, e mais umas tantas na cadeira dos maquiadores.

Outro fato positivo é não deixar o filme cair na armadilha de mostra um Steve Jobs “bonzinho” e sem defeitos. A produção é fiel ao mostrar o homem criativo, inteligente e visionário, mas não tem pudores de mostra também o homem mesquinho, agressivo e egoísta, seja em suas relações pessoais ou profissionais.

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O principal “desconto” a ser dados é quanto ao ritmo do filme. Nas primeiras cenas, o clima hippie (o cartaz do filme reforça isto) me fez lembra “Hair (1979) de Milos Forman” e só faltou a música “Aquarius” em determinada cena num campo de trigo. Por sinal, a trilha sonora às vezes é irritante e um tanto excessiva, nos deixando algumas vezes a sensação de que a cena poderia ser mais bem aproveitada pelo público se ouvíssemos apenas os atores. Depois, tudo começa a ficar muito rápido, como uma sucessão de imagens e situações que muitas vezes não têm ligações ou passagens de tempo bem delineadas. O diretor apenas menciona situações e momentos importantes da vida de Steve Jobs, não se preocupando em se aprofundar em várias delas. Exemplo disto é a situação mal resolvida com a filha Lisa, a famosa rivalidade com Bill Gates da Microsoft, e a sua saída e posterior volta à Apple.

Com muitos pontos positivos e muitos mais negativos, Jobs é um filme indicado para os fãs da Apple, e não deve agradar muito ao público que não conhece tecnologia. Vamos esperar a próxima produção que a Sony Pictures esta preparando baseada na biografia oficial.



Por Álvaro Machado

Duro de Matar – um bom dia para morrer

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Duro de Matar – um bom dia para morrer, é bem parecido com os outros da franquia, do tipo que já começa com muita ação e termina com mais ação ainda,  quem acompanhou os outros com certeza não vai querer perder esse.

Mas pra quem não acompanhou os outros, vamos explicar tudinho aqui, Jhon McClane é Bruce Willis, é um polícia que  está em férias e depois de saber que seu filho Jack Jai Courney está prestes a ser julgado na Rússia, ele resolve procurá-lo para uma possível reconciliação. Chegando lá ele acaba se metendo em “confusões”para ajudar seu filho.

Bom chega de falar do filme, para não perder a graça, uma vez que o filme não traz grandes novidades, além de efeitos especiais mais refinados, em relação aos outros.  Como foi dito no começo do post, o filme é carregado de ação, passando por perseguições, tiroteios, explosões e o que mais vocês imaginarem.

O fato é que os diretores lembraram que colocar ação e esqueceram do roteiro, que particular mente achei meio fraco, principalmente o final, na verdade o filme é até legalzinho, o problema é que é muito igual aos outros.

O ouvi comentários do tipo: “É verdade que a bengala do Bruce Willis, vira uma arma?”, a verdade é mesmo que ele continua em sua plena forma e seu McClane continua perfeito, Jai Courtney também se saiu muito bem. 

Veja o trailer e algumas fotos!

 

O Reino Gelado

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O filme conta a história de uma rainha má que desejava criar um mundo de gelo, sem nada que pudesse aquecer os corações, dos humanos, ou seja ela ordenou que todo tipo de arte fosse proíbido. Mas nesse mundo existia um homem, Vegard quem fazia espelhos, mas não espelhos qualquer e sim um espolhe que revela a verdadeira aparência, da pessoa, revelando a sim sua alma, e esse era única “coisa”capaz de ameaçar seus planos, uma vez que ela temia olhar para ele. Assim a rainha má consegue se livrar desse homem, mas esquece-se de livrar de seus filhos também, os quais ficaram orfãos, o tempo vai passando até que a rainha consegue capturar um dos irmãos, em quanto a outra irmã se perde, e resolve ir em busca de seu irmão sequestrado, em seu caminho ela se depara com vários desafios e novos amigos que a ajudará a salvar o irmão, e a aquecer o mundo de volta.

É uma animação muito bonitinha, apesar de ser uma história meio clichê, sem contar que cada aventura que a garota passa no gelo, parecem ter sido escritas por vários roteiristas, pois nao possuem nenhum ligação uma com a outra, em resumo o roteiro é muito fraco, apesar do 3D ter sido muito bem utilizado, para nós aldultos não é algo muito interessante, mas as crianças pequenas, vão se divertir com as aventuras e aprender uma liçãozinha de moral do tipo que o mal nunca vence…

veja o trailer:

Promoção filme Apollo 18

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Promoção filme Apollo 18. Para participar basta enviar um vídeo relacionado ao tema:

 

“Quais são os mistérios que aconteceram na Lua?”. O vencedor do melhor vídeo ganhará uma viagem para a Nasa com acompanhante.


 

THX – O Som nas salas de cinema

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Se você vai freqüentemente ao cinema, provavelmente já se deparou com o THX em algum lugar. A suposição comum é a de que o THX seja um outro formato de som para filmes, mas na verdade o THX não é um formato de som, mas algo completamente diferente

THX, nomeado por “THX 1138″ (primeiro filme de longa-metragem de George Lucas), foi desenvolvido na Lucasfilm (em inglês), no começo dos anos 80. George Lucas queria uma forma de garantir que um filme tivesse a mesma aparência e som, não importando onde fosse exibido. Tomlinson Holman, primeiro diretor corporativo técnico da Lucasfilm, e uma equipe de engenheiros do THX aceitaram o desafio de desenvolver um conjunto de padrões de referência. Eles observaram vários defeitos nos cinemas que poderiam afetar negativamente o aproveitamento do filme pelo público:

  1. Barulho externo (do corredor ou de outras salas de cinema)
  2. Barulho interno (do projetor ou do ar condicionado)
  3. Distorção de áudio
  4. Ângulos de visão obstruídos ou desconfortáveis
  5. Eco na sala de cinema
  6. Imagens sem briho suficiente
  7. Áudio ruim ou sem equalização

A essência do THX é um conjunto de diretrizes que resolvem estes problemas. Para exibir o logo do THX, um cinema precisa adotar este conjunto de padrões e ser certificado pela divisão THX (em inglês) da Lucasfilm. O primeiro filme a ser exibido em uma sala de cinemacertificada pelo THX foi O retorno de Jedi (em inglês), em 1983. Atualmente existem mais de 2 mil salas de cinema em mais de 30 países já certificadas. Antes de um cinema ser certificado, é necessário acontecer:

  1. Autorização e avaliação
  2. Certificação
  3. Projeto
  4. Aprovação
  5. Construção/Reforma

Autorização e avaliação

A primeira etapa do processo é para o proprietário do cinema e o THX cuidarem do contrato de autorização. O proprietário do cinemaconcorda em alugar o equipamento e pagar pelo direito de usar a logo do THX. Uma vez que o proprietário do cinema assinou o contrato, oTHX revisa o projeto de arquitetura da sala de cinema, salas já existentes e faz uma pesquisa sobre suas condições atuais. O proprietário docinema e a equipe do THX desenvolvem então um projeto para a implantação da infra-estrutura necessária para estar de acordo com as especificações do THX. Depois que proprietário do cinema tiver feito as modificações, o THX o ajudará a escolher o equipamento. A lista final do projeto e os equipamentos são submetidos à aprovação do THX. Uma vez aprovada, o proprietário pode começar a construção ou reforma

Sistema THX no Brasil

Em 2006, o Brasil assumiu a liderança na América Latina, em salas de cinema com o certificado THX, somando 14 salas em operação. As cidades brasileiras que têm salas com a certificação são: Bauru (5), Belo Horizonte (1), Campinas (2), Osasco (1), Recife (1), Rio de Janeiro (1) e São Paulo (3)

Certificação

Para o processo de certificação, o THX procura várias qualidades em um cinema, que acabam caindo em quatro grupos básicos:

  1. Estrutura física
  2. Sistema de projeção
  3. Organização das poltronas
  4. Sistema de som

As salas de muitos cinemas não fornecem os limites adequados para se evitar barulhos indesejados. Quantas vezes você já se sentou em uma sala de cinema e ouviu os sons do filme da sala ao lado? Você também já pode ter se distraído com o constante zumbido de algum equipamento. As salas de cinema certificadas pelo THX não podem exceder um nível do critério de barulho de NC-30 por oitava. O critério de barulho é uma medição de segundo plano em uma sala: neste caso, o barulho vindo de fora. O NC-30 é comparável ao nível do barulho externo que você ouviria de dentro de uma igreja. A equipe THX também mede o eco na sala. Ela faz isto contando quantos segundos leva para um tom de 60 decibéis (dB) desaparecer completamente. Para a certificação THX, este tempo tem de estar dentro de um certo limite determinado pelo tamanho da sala de cinema. Você não irá ouvir ecos em um cinema THX
O sistema de projeção e o nível de brilho da tela precisam estar de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Society of Motion Picture and Television Engineers – em inglês – SMPTE (Sociedade dos Engenheiros de Filmes de Cinema e Televisão). O projetor precisa estar alinhado com o centro da tela dentro de 5% a 3% da largura e altura da tela

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Ao assistir um filme com a razão de posicionamento padrão de 2.35:1, as pessoas que estão sentadas no fundo da sala devem ter um ângulo de visão de, no mínimo, 26 graus (36 graus é considerado o ângulo mais adequado)

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Este cinema tem um ângulo de visão de 26 graus

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Este cinema tem um ângulo de visão de 36 graus

Nenhuma poltrona pode ter a visão parcialmente obstruída. Além disso, o som do filme precisa ser claro e distinto em qualquer poltrona

Som

Com certeza, o som de alta qualidade está no centro do processo THX. Ao desenvolverem os critérios do som THX, os engenheiros observaram duas partes diferentes de um sistema de som:

  1. A-chain
  2. B-chain

A-chain engloba os componentes que decifram o som em qualquer formato que ele esteja e processa o sinal para a remoção de barulho, o que inclui a pickup de áudio do projetor e o processador de som do cinema. Formatos de som digitais como o DTS, Dolby Digital e SDDS, e sistemas de redução de barulho, como o Dolby A e o Dolby SR, são sistemas que aprimoram a A-chain

B-chain é basicamente o restante do sistema de som (cruzamento THX, amplificadores e alto-falantes). Os engenheiros do THX perceberam que não importa a qualidade com que o som está saindo do processador do cinema, pois um sistema fraco de som B-chain pode arruiná-la. Para evitar este problema, o THX patenteou um projeto de sistema de som (em inglês) com um cruzamento especial e componentes de uma lista de equipamentos aprovados pelo THX. Os engenheiros do THX submetem qualquer equipamento profissional de áudio que estiver na lista a uma bateria de testes, a fim de garantir que ele esteja de acordo com as especificações que foram estabelececidas

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Um processador de som THX de cruzamento

O cruzamento THX é um processador de propriedade que separa as freqüências baixas e altas, a fim de fornecer um som mais limpo no sistema de som do cinema. Os proprietários dos cinemas não compram o cruzamento, mas o alugam como parte do contrato de autorização. O cruzamento usa filtros de 24-dB-por-oitava de alta freqüência e de baixa freqüência. Os filtros impedem que as altas freqüências se dirijam para os alto-falantes para sons baixos (baixa freqüência) e que todas as baixas freqüências se dirijam para os alto-falantes principais (alta freqüência)

THX fora dos cinemas

Durante os anos 90, o THX se estendeu para o home theater. Filmes de VHS e DVD que possuam logo conhecido, passaram pelo ProgramaTHX de Masterização Digital. Este é um grupo profissional de serviços que trabalha com estúdios e aparelhos de pós-produção, para garantir que os mais altos padrões estão sendo aplicados no som, vídeo, compressão e cópia. Apenas lembre-se de que se você não colocar o seu home theater em um cômodo que esteja de acordo com as mesmas especificações exigidas nos cinemas, o THX caseiro provavelmente não terá o mesmo som dos cinemas

Para Terminar…

Em BH Apenas o Diamond Mall  possui uma sala com esse padrão THX de som. Não dizer exatamente em qual das salas, pois obviamente não são todas. provavelmente, é umas salas da parte de cima, em uma das quais são exibidos os filmes em 3D.  Pois como eu já disse neste post AQUI , as salas do Diamond tem sérios problemas, desde estrutura até a projeção.

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