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Planeta dos Macacos: A Guerra

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Ave César. A tradicional saudação ao grande imperador romano nunca faria sentido se fosse prestada ao personagem César (Andy Serkis) nos filmes anteriores da nova franquia que, como virou moda na indústria de cinema século 21, deu um “rebbot” nos antológicos filmes da série “Planeta dos Macacos” do final da década de 60 e início da década de 70.

Mas neste filme, após vários anos vivendo em paz, César e seu grupo são forçados a entrarem em uma guerra, liderada por um coronel (Woody Harrelson) que não tem qualquer tipo de escrúpulos ou piedade, onde centenas de macacos perdem a vida, podemos ver, um César que é forçado a abandonar seus princípios e instintos mais “humanos” para buscar vingança sem misericórdia, tornando-se digno do César da antiguidade.

Respeitoso com a franquia original, o longa dirigido por Matt Reeves e estrelado por Andy Serkis (César), Woody Harrelson (Coronel), Karin Konoval (Maurice), Judy Greer (Cornelia), Steve Zahn, Aleks Paunovic e Sara Canning, não a perde de vista. Claro que não podemos comparar os efeitos especiais que a cada cena nos surpreendem, principalmente no que se refere aos macacos. O moderno sistema de captura de movimentos que hoje substituem as antigas máscaras de látex, permitem aos atores interpretações que nos impactam diretamente pelos sentimentos transmitidos.

Com muita ação e sentimentos à flor da pele, o filme se desenvolve num ritmo coerente e ágio, levando o espectador a esquecer os seus 160 minutos de duração. Também, com muita coerência explica algumas situações que só farão sentido no futuro, mas que fazem diferença para aqueles que conhecem a franquia anterior. Dizem que estes novos filmes compunham uma trilogia, mas pelo andar da carruagem, podemos dar como certo que novos filmes virão. Tem muita história para ser contada, e as pistas estão lá.

 

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Escrito por Álvaro Machado

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Dunkirk

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O longa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, as tropas aliadas estão “encurraladas” na praia de Dunkik,  de um lado cercados pela Alemanha, e de outro mar.

A narrativa dirigida por Christopher Nolan não é tradicional, se passa em três tempos distintos,  o tempo que se passa na terra conta história de dois soldados que estão na praia juntamente com os outros milhares de combatentes que esperam por um milagre, para sair daquele inferno.

O tempo que se passa no mar, retrata a história de um dos civis britânicos,  os quais, de forma voluntária, partiram da Inglaterra em direção ao resgate dos conterrâneos.

E por fim o tempo que retrata a batalha no ar mostra os momentos tensos de três pilotos das forças aliadas,  que em meio algumas dificuldades tentam impedir os ataques e bombardeios dos Alemães.

O filme é de poucos diálogos, não é romântico, mas é do tipo que já começa no clímax, a sequencia inicial é tensa e essa tensão perdura por toda trama.  A trilha sonora é um show a parte e casa perfeitamente com os cortes e colaboram para que a atenção do espectador seja mantida.

Nolan, mais uma vez acertou o tom, e com maestria!

Assista em IMAX!

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Star Trek – Sem Fronteiras

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startrek_1A famosa Enterprise encontra-se no terceiro ano (de cinco) da sua missão: explorar novos mundos… para pesquisar novas vidas… novas civilizações… audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.

Tudo segue bem, mas de forma entediante, até o momento que o Capitão Kirk (Chris Pine) recebe um chamado de socorro, dispostos a ajudar a tripulação parte para mais uma aventura, eles só não esperavam que a nave seria atacada de modo que é preciso abandoná-la. Eles caem em um planeta desconhecido onde grande parte da tripulação foi feita refém e nossos heróis vão trabalhar para salvá-los e também salvar uma base da federação de uma arma mortífera que esta de posse do vilão Krall (Idris Elba).

O longa tem uma produção incrível, a sequência em que a nave é atacada é bastante empolgante e rica em detalhes. Em outros momentos o filme tem várias cenas de ação também muito bem produzidas.

Desde 2009 J.J. Abrans, tem feito um ótimo trabalho, ele realmente consegue, de maneira formidável, traduzir o espírito da série. Elogios a Simon Pegg (que vive na série o engenheiro Scotty), também não faltam; ele juntamente com Doug Jung escreverem um roteiro quase que impecável, por se tratar do terceiro filme da franquia, eles optam por não perder tempo apresentendo personagens e já partem para ação logo no início do filme.

Em resumo, Star Treck é um ótimo filme, que com certeza agradará aos fãs que irão se emocionar nas cenas finais.

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O Regresso

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“O Regresso”, que estreou nessa quinta (04/02) é um filme baseado na história real de Hugh Glass, interpretado por Leonardo DiCaprio, um caçador de peles que é atacado por um urso e abandonado por seus companheiros tendo que, ferido, enfrentar os desafios da natureza para sobreviver, retornar, e se vingar.

Quanto a isso, os desafios da natureza não ficaram somente para os personagens. Leonardo faz questão de ressaltar nas entrevistas que este foi um filme de grande complexidade não só para ele. O diretor Alejandro González Iñárritu fez questão de gravar em cenários reais e de aproveitar a luz natural, o que exigiu de toda equipe um esforço grande, inclusive na busca por cenários ideais e neve, o que os fez passar por EUA, Canadá e América do Sul, além de gravações em horários difíceis, como durante madrugada.

O longa é ganhador de três categorias do Globo de Ouro, a de melhor filme de drama, melhor ator de drama e melhor diretor. Quanto ao Oscar, teve 12 indicações, incluindo a de melhor ator, alimentando a torcida para DiCaprio finalmente levar a estatueta.

Pessoalmente, o filme me pareceu muito longo (dura cerca de 2h30m) e um tanto quanto maçante. A direção e atuação merecem de fato as honras que tem recebido, então vale a pena caso você queira assistir um filme bem feito e que (possivelmente) vai conceder o Oscar ao Leo.

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Novo trailer de A Série Divergente: Convergente

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A Série Divergente: Convergente, estreia em 10 de março de 2016.

O terceiro filme da série de enorme sucesso mundial é estrelado pela indicada ao Globo de Ouro, Shailene Woodley, Theo James, a vencedora do Oscar, Octavia Spencer e a indicada ao Oscar, Naomi Watts.

A série de livros Divergente está desde 2011 na lista dos mais vendidos do New York Times. As vendas da trilogia ultrapassaram 34 milhões de cópias mundialmente, com 17 milhões à época do lançamento do filme Divergente nos cinemas, em 2014. “Convergente” vendeu 455,000 cópias em seu primeiro dia de lançamento em 2013, quebrando o recorde da Katherine Tegen Books/ HarperCollins Publishers. As pré-vendas de “Convergente” excederam qualquer outra da história da HarperCollins.

Os dois primeiros filmes da série renderam mais de US$550 milhões nas bilheterias mundiais.

Joy: O Nome do Sucesso

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“Joy: O nome do sucesso” é baseado na biografia de Joy Mongano, americana inventora e empresária bem-sucedida, e pretende contar os percalços pelos quais ela passa até alcançar o sucesso.

Nos anos 90, a mãe divorciada de 3 filhos, enfrenta grandes adversidades em sua história.  Nesse sentido, o espectador é convidado a compartilhar as emoções da protagonista em seus conflitos familiares, na insatisfação no trabalho e nos desafios para conseguir executar e promover sua invenção, o “Miracle Mop”, esfregão que pode ser torcido sem que seja necessário levar a mão no tecido (o espectador frequentador dos supermercados certamente vai reconhecer produtos semelhantes).

Dirigido por David O. Russell, o longa é sensível e emociona. O papel principal é interpretado por Jennifer Lawrence, indicada ao Oscar de melhor atriz, e o elenco conta ainda com nomes como Bradley Cooper, Robert De Niro, e Édgar Ramírez.

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Por Thayssa Maira

A Grande Aposta

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“A grande aposta” (“The Big short”, no original), é um filme que tem como plano de fundo a crise financeira causada pelo estouro da bolha imobiliária dos EUA em 2008. Por ser baseado em fatos reais, não pretende guardar muitas surpresas para o fim, mas tem como proposta conduzir o espectador pelo enredo que teria acontecido antes do grande desfecho.

A história contada é a dos homens que perceberam as falhas do sistema e preveem o colapso do mesmo, usando a informação para lucrar com um investimento ousado que aposta nesse resultado. Nesse pacote entram Michael Burry (Christian Bale), Jared Vennett (Ryan Gosling), e Mark Baum (Steve Carell). Já Ben Rickert (Brad Pitt) surge como um sujeito recluso que somente interfere para ajudar dois iniciantes a entrarem na jogada.

O longa é cheio de termos técnicos um pouco complicados para quem não é familiarizado com o sistema financeiro e a bolsa de valores mas, sabendo-se disso, apresenta uma solução bem-humorada para esclarecer o grande público, que como eu, poderia se sentir um pouco perdido.

Apesar de ter um tom bem-humorado, não vejo como um filme de comédia como chegou a ser classificado, já que a proposta em momento algum é entreter com piadas e trocadilhos, mas tratar um tema sério de forma leve. A escolha da trilha sonora me pareceu bem interessante e ajuda nisso. Por fim, o espectador é provocado com uma reflexão ética e moral e principalmente, sobre a estabilidade do sistema financeiro. Vale a pena ser assistido.

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Por:  Thayssa Maira

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