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“O LORAX: EM BUSCA DA TRÚFULA PERDIDA”,

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A atriz e cantora Mariana Rios empresta sua voz para a principal personagem feminina de “O LORAX: EM BUSCA DA TRÚFULA PERDIDA“, a doce Audrey, no novo longa de animação da Universal Pictures.

O filme estreia dia 30 de março em todo o Brasil nos formatos 2D e 3D

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ANJOS DA NOITE – O DESPERTAR (Underworld: Awakening)

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ANJOS DA NOITE – O DESPERTAR traz uma impressionante nova dimensão para a épica batalha entre Vampiros e Lycans, no primeiro filme da franquia filmado em 3D.

Kate Beckinsale, a estrela dos dois primeiros filmes, retorna seu papel principal como a vampira guerreira Selene, que escapa da prisão para encontrar-se num mundo onde os humanos descobriram a existência dos clãs de vampiros e dos Lycans, e então conduzem uma guerra sem precedentes para erradicar ambas as espécies de imortais.

O filme ANJOS DA NOITE – O DESPERTAR (Underworld: Awakening) estreia em todo o Brasil no dia 02 de março.

Star Wars: Episódio I – Ameaça Fantasma 3D

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A moda do 3D veio pra ficar. Depois de Avatar assumir o posto de maior bilheteria da história do cinema mundial, com US$ 2,7 bilhões de faturamento, boa parte dos grandes lançamentos decidiu adotar a nova tecnologia como forma de ganhar um pouco mais nas bilheterias e conquistas a atenção do espectador, que é o caso da franquia de Star Wars.

Um dos maiores responsáveis pelo sucesso repentino do 3D é James Cameron, diretor do filme Avatar; Um dos seus méritos na produção foi desenvolver uma câmera na qual é possível acompanhar, em tempo real, o resultado obtido por cada uma das lentes já em 3D. A partir de então uma enxurrada de filmes começaram a ser convertidos às pressas, sem nenhum planejamento, o que de fato, está matando a qualidade da nova tecnologia e pode significar, em muitos casos um tiro no pé da indústria. O Fúria de Titãs, Alice no País da Maravilhas, dentre muitos outros, são exemplos de alguns filmes que foram convertidos 2D para 3D e o resultado não agradou muito ao público.

A explicação é simples: sem planejamento, o 3D perde o sentido. Quando um filme ou uma imagem é planejada para ser criada em três dimensões existe um propósito maior por trás disso. Trata-se da linguagem do filme, ou seja, a maneira escolhida pelo diretor para mostrar uma determinada cena. Isso inclui posicionamento de câmera e a composição da cena, de forma que os elementos em primeiro plano se sobressaiam nesta nova dimensão, criando uma sensação de profundidade maior e, consequentemente, o espectador veja tudo em 3D.

Quando um filme é convertido o que acontece nada mais é do um ofuscamento da camada de fundo (ou segundo plano) em prol do primeiro plano. Com isso, as imagens que estão à frente em uma cena são ressaltadas criando uma sensação similar ao efeito 3D. Ou seja, se a imagem não for planejada com antecedência em 3D, o resultado final estará longe do ideal. Embora os resultados possam ser consideravelmente satisfatórios, como no caso de Star Wars : Episódio I, ainda não há como substituir ou reproduzir fielmente uma imagem que seja filmada completamente em 3D.

O processo adotado na conversão de imagens se dá da seguinte maneira: A imagem é duplicada e o primeiro plano ganha maior destaque. Já o segundo plano ganha um leve desfoque. O resultado final é uma imagem com maior sensação de profundidade de campo, mas nem sempre alta qualidade de definição.

A diferença á atenuada em imagens criadas em computaçao gráfica -CGI. No entanto, imagens filmadas normalmente são muito mais complexas e mesmo com toda a tecnologia disponível ainda assim o resultado não é o ideal -os mais detalhistas perceberão imagens com pouca nitidez e leves deformações. Na era da conversão de 2D para o 3D quem acaba se saindo melhor são as animações e os games. A explicação é simples: tanto os jogos quanto as animações são desenvolvidas inteiramente no computador, com a maior parte do processo ocorrendo sem a necessidade de captação de imagens.

No caso de Star Wars episódio I, algumas cenas são dessa forma, os cenário são virtuais o que favoreceu a conversão. Por se tratarem de imagens tridimensionais, ampliar ou reduzir os efeitos de profundidade de campo fica mais fácil, e necessita de menos correções do que o sistema adotado para conversão de imagens reais. O resultado final para os menos exigentes pode parecer satisfatório, mas ao meu ver, é muito aquém do esperado. Mais uma vez o problema aqui é a linguagem. De nada adianta ver uma sequência em 3D forçada. O ideal é que o efeito tridimensional tenha um propósito, caso contrário pode causar o efeito contrário, distraindo o espectador ao invés de prender a sua atenção.

A seqüência de filmes Star Wars, episódios I, II e III, por si só são um tanto quanto polêmicas, pois ficaram muito aquém, da trilogia inicial. No caso Específico do episódio I, o problema maior em relação o filme em sí, sua trama, seu enredo, é que, apesar de explicar bem o ínicio de tudo, os atores não tiveram espaço para desenvolver seus personagens. Algumas figuras importantes como o vilão Darth Maul, quase não aparece, não possui uma única fala. Dessa forma somo incapazes de desenvolver qualquer sentimento por ele, assim como Qui-Gon Jinn e seu aprendiz Obi-Wan Kenobi. Qui-Gon é morto, mas não consegue com que construíssemos um vínculo emocional muito grande por ele, e Kenobi, fica literalmente em segundo plano, como se seu personagem fosse do tipo secundário ao longo da franquia…

Falando do visual do filme, o longa possui imagens espetaculares, o cenários deslumbrantes,  as cenas como a corrida de pod racers e a invasão de Naboo pelas tropas do exército da Federação de Comércioos são fantásticas. Os efeitos especiais foram, realmente, dignos de Oscar.

Para os Fãs o que vale é a oportunidade de rever toda a saga nos cinemas, uma vez que toda franquia será relançada em  ordem cronológica,  além de ser também uma boa diversão.

Informaçoes sobre o 3D foram retiradas de  TecMundo  de forma adaptada.

http://himidia.vflow.tv/static/white/swf/newplayer.swf?idContent=5159&playAuto=false&base_url=http://himidia.vflow.tv/

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As aventuras de Tintim

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No primeiro, de três filmes da franquia, o jovem jornalista  Tintim, está em busca de uma nova e emocionante história pra contar. Mas o que ele não fazia idéia, é que encontraria essa história numa grande aventura, que atravessaria, terra, céus e mar.

O longa foi, merecidamente, ganhador do Globo de Ouro 2012, na categoria melhor animação. E, de fato, foi muito bem feito.

Foi produzido com a técnica de captura de movimentos, a mesma utilizada, nos consagrados Avatar, Planeta dos Macacos, A Origem e muitos outros – o que faz toda a diferença no filme. Planos fantásticos e animação perfeita, inclusive nos detalhes e texturas; isso sem falar da edição do som, que tornam as cenas de ação mais espetaculares ainda.

E pra quem achava que Spielberg estava fora de forma, Tintim veio pra provar o contrário. Dessa vez ele acertou o tom, pois seguiu bem a fórmula dos filmes comercias de hoje em dia, muita ação, muito barulho, novas tecnologias, 3D – diferentemente dos seus últimos filmes que são mais intimistas e melancólicos, portanto menos “vendíveis”.

Agora, mudando um pouco o rumo da conversa… Confesso que sou amante de créditos de filmes, e Tintim também não me decepcionou nesse quesito. Os créditos de abertura são um show a parte, seguem uma linha retrô e a música é a original do mestre John Williams. A partir daí já temos um prévia do que está por vir.

Acredito que os fãs dos quadrinhos clássicos do belga Hergé não ficarão decepcionados. Para os amantes de Titim, recomendo ainda assistir em 3D, mais pelo visual do filme, que de fato é muito “bakana”; mas quem quiser assistir o 2D também não irá perder muita coisa.

Em resumo é um ótimo entretenimento pra toda a família.

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Rio

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Blu é uma ararinha azul, que por causo do contrabando, viveu sua vida inteira na pequena cidade de Moose Lake, em Minnesota, ele foi criado por Linda que o domesticou e ensinou a ele tudo.

Levam uma vida pacata, até que surgiu Túlio um ornitólogo brasileiro, dizendo que Blu é a última arara azul macho de sua espécie, e que no Brasil se encontra Jade a última fêmea. Blu então é trazido para o Rio de Janeiro, para perpetuar sua espécie e onde ele vai viver a maior aventura de sua vida.

Blu, segunda ele mesmo, é muito além de um pássaro de família, domesticado não sabe voar, mas aprendeu várias performances. Ao chegar no Brasil se encanta com o clima as cores,mas novamente é seqüestrado por contrabandistas, mas com ajuda de jade e seus amigos consegue escapar, e se vê então na floresta, um ambiente aparentemente hostil, muito diferente de sua gaiola.

O longa faz uma crítica bem divertida ao comercio ilegal de aves, realidade que infelizmente ainda pode ser vista aqui no Brasil. Além de abordar os temas como de extinção, favelas e carnaval, mas se ser enfadonho ou clichê.

Tem um visual bem legal, os cartões postais, Pão de Açúcar,  Arcos da Lapa, Cristo Redentor, Praia de Copacabana e Santa Teresa. E sem falar do fantástico desfile de carnaval, o 3D é muito bem executado, faz com que as paisagens e profundidade de campo fiquem valorizadas causando um visual lindo, praticamente prefeito.

Parece que o brasileiro Carlos Saldanha co-diretor de A Era do Gelo (2002) e Robôs (2005) voltou a acertar! A animação que é uma das mais esperadas do ano estréia sexta dia 8 de abril.

 

>Santuário

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Sinopse: Thriller de ação em 3D Santuário, do produtor executivo James Cameron, segue uma equipe de mergulhadores em uma expedição perigosa para uma enorme caverna subaquática, um sistema de túneis em um dos cantos mais remotos do planeta. Mas quando uma tempestade tropical obriga-os a ficar presos na profundidade das cavernas, eles agora devem lutar pela sobrevivência a qualquer custo, e tentar encontrar uma rota de fuga. O líder da expedição é o mergulhador Frank McGuire (Richard Roxburgh) um especialista que explorou as cavernas Esa-ala, do Pacífico Sul, durante meses. Mas quando a sua saída é cortada em uma enchente, a equipe de Frank – incluindo o seu filho de 17 anos Josh (Rhys Wakefield) e o financista Carl Hurley (Ioan Gruffudd) – é forçada a alterar radicalmente os planos. Sem equipamento, a tripulação precisa navegar por um labirinto debaixo d’água até encontrar uma saída. Logo, eles são confrontados com a pergunta inevitável: eles poderão sobreviver, ou eles estarão presos para sempre?
Rodado em locações nos arredores de Queensland, na Austrália, Santuário 3D emprega as mesmas técnicas de fotografia tridimensional com as lentes desenvolvidas por Cameron para o mega-sucesso Avatar. Projetada para operar em ambientes extremos, a tecnologia usada para filmar o thriller de ação levará o público a uma viagem sem fôlego mergulhando no mais distante mundo subterrâneo.
A próxima evolução da experiência 3D – essa é a chamada do filme, e parece que  James Cameron está muito otimista em relação ao seu próximo lançamento  Santuário 3D – “A diferença entre você assistir Santuário em 2D e 3D será maior do que qualquer outro filme, pois em terceira dimensão você terá uma nova experiência, uma verdadeira sensação de claustrofobia. Os efeitos 3D funcionam muito melhor em pequenos espaços”.  Ainda segundo Cameron, que neste filme assina a produção executiva, Santuário é muito superior a Avatar.
De fato o 3D do filme é fantástico. Parece que agora sim os diretores de cinema estão aprendendo a explorar de  uma forma melhor a tecnologia 3D. A sensação de claustrofobia também é real,  só não é melhor porque não temos IMAX em BH. ( O que é IMAX? É a mais moderna experiência cinematográfica do mundo – The IMAX Experience. Com imagens mais claras e brilhantes e som surround, o espectador é envolvido pelo filme. A tela, com 14 m de altura e 21m de largura, equivale a um edifício de cinco andares e permite uma visão geral do filme, de qualquer lugar da platéia. IMAX 3D O IMAX 3D é uma projeção em 3D mais realista do que a comum, que coloca o espectador dentro do filme. A sensação de imersão é única no IMAX em função do tamanho, formato e posicionamento da tela, que criam a ilusão de que os limites da tela desapareceram. Assim, as imagens IMAX 3D parecem de um tamanho natural e mais perto do público, pulando da tela para o colo do espectador. Fonte: Unibanco Cinema )
Não acredito que o filme fará o mesmo sucesso de Avatar, por  este ter sido foi uma novidade e além do 3D, contava com efeitos visuais fantásticos, com cenários virtuais e personagens digitalizados e confeccionados a partir da tecnologia de captura de movimentos.
Apesar da história do filme que particularmente não me atraiu muito, o longa é muito bem produzido. Vale a pena conferir a tecnologia e ter experiência de ver um 3D real, muito diferente das conversões porcas que temos visto.
Santuário tem data de lançamento prevista, simultaneamente no Brasil e nos EUA, para o dia 4 de fevereiro de 2011.

A Lenda dos Guardiões

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A jovem coruja Soren embarca numa saga para seguir seus sonhos… E acaba descobrindo que eles são reais.

O filme se baseia nos livros infantis da série Guardians of Ga’Hoole, de Kathryn Lasky. Trata-se da história de Soren, jovem coruja que acredita nas estórias contadas por seu pai sobre os Guardiões de Ga’Hoole, grupo lendário de guerreiros alados que enfrentam uma difícil batalha para salvar a ordem das corujas dos malvados Puros.

Enquanto Soren sonha em algum dia, juntar-se a seus heróis, seu irmão mais velho, Kludd, debocha dessa ideia e tudo o que ele deseja é caçar, voar e tirar do pai a preferência pela irmã mais nova. Mas o ciúme de Kludd tem consequências terríveis que resultam na queda do ninho das corujas do alto de uma árvore, diretamente para as garras dos Puros. Então, cabe a Soren uma fuga ousada, com a ajuda de outras jovens e valentes corujas. Juntas, elas cruzam o oceano, voando na neblina, para encontrar a Grande Árvore, onde moram os lendários Guardiões – única esperança de Soren para derrotar os Puros e salvar os reinos das corujas.

A animação voltada para o público infantil, não foge dos clichês dos contos de fada. É repleta de ensinamentos sobre o bem e o mal, a amizade, a importância de um grupo além muita ação, fugas, raptos, momentos tensos e divertidos.

Muito bem produzidos, utiliza com eficácia a tecnologia 3D, algo que faz a diferença no filme. A animação em si não traz nenhuma novidade, mas foi bem executada como se percebe nos detalhes das penas e expressões das corujinhas. A fotografia, o jogo de luz, cores e trilha sonora, foram também merecem destaque. Em fim… Nem tanto pela história, mas pela produção vale a pena assistir!

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