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Uma Professora Muito Maluquinha

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Adaptação do livro de mesmo nome, do escritor Ziraldo, o Longa conta a história, de Cate, uma moça que retorna a sua cidade natal após ter sido enviada para a capital, para estudar. Ao chegar é contratada por uma escola onde começa a dar aulas.

Por estar muito a frente do seu tempo, passa a ser incompreendida e mal interpretada pelas beatas da cidade. E é com esse jeito irreverente, “inventando moda”, que ela conquista as crianças de sua classe.

O filme é bem fiel ao livro, a produção é bem feita, as locaçõesem São João DelRei, foram muito bem escolhidas,

A atriz Paola Oliveira é quem interpreta a professora que escandaliza a cidadezinha do interior de Minas Gerais. Escolha por sinal muito feliz, Paola está brilhanteem seu papel. Orestante do elenco também está bem, e conta com Chico Anísio, como Monsenhor Aristides, Suely Franco Tia Cida.

O filme é bem light, divertido, voltado pra crianças, mas, tenho certeza que toda família vai curtir.

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THX – O Som nas salas de cinema

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Se você vai freqüentemente ao cinema, provavelmente já se deparou com o THX em algum lugar. A suposição comum é a de que o THX seja um outro formato de som para filmes, mas na verdade o THX não é um formato de som, mas algo completamente diferente

THX, nomeado por “THX 1138″ (primeiro filme de longa-metragem de George Lucas), foi desenvolvido na Lucasfilm (em inglês), no começo dos anos 80. George Lucas queria uma forma de garantir que um filme tivesse a mesma aparência e som, não importando onde fosse exibido. Tomlinson Holman, primeiro diretor corporativo técnico da Lucasfilm, e uma equipe de engenheiros do THX aceitaram o desafio de desenvolver um conjunto de padrões de referência. Eles observaram vários defeitos nos cinemas que poderiam afetar negativamente o aproveitamento do filme pelo público:

  1. Barulho externo (do corredor ou de outras salas de cinema)
  2. Barulho interno (do projetor ou do ar condicionado)
  3. Distorção de áudio
  4. Ângulos de visão obstruídos ou desconfortáveis
  5. Eco na sala de cinema
  6. Imagens sem briho suficiente
  7. Áudio ruim ou sem equalização

A essência do THX é um conjunto de diretrizes que resolvem estes problemas. Para exibir o logo do THX, um cinema precisa adotar este conjunto de padrões e ser certificado pela divisão THX (em inglês) da Lucasfilm. O primeiro filme a ser exibido em uma sala de cinemacertificada pelo THX foi O retorno de Jedi (em inglês), em 1983. Atualmente existem mais de 2 mil salas de cinema em mais de 30 países já certificadas. Antes de um cinema ser certificado, é necessário acontecer:

  1. Autorização e avaliação
  2. Certificação
  3. Projeto
  4. Aprovação
  5. Construção/Reforma

Autorização e avaliação

A primeira etapa do processo é para o proprietário do cinema e o THX cuidarem do contrato de autorização. O proprietário do cinemaconcorda em alugar o equipamento e pagar pelo direito de usar a logo do THX. Uma vez que o proprietário do cinema assinou o contrato, oTHX revisa o projeto de arquitetura da sala de cinema, salas já existentes e faz uma pesquisa sobre suas condições atuais. O proprietário docinema e a equipe do THX desenvolvem então um projeto para a implantação da infra-estrutura necessária para estar de acordo com as especificações do THX. Depois que proprietário do cinema tiver feito as modificações, o THX o ajudará a escolher o equipamento. A lista final do projeto e os equipamentos são submetidos à aprovação do THX. Uma vez aprovada, o proprietário pode começar a construção ou reforma

Sistema THX no Brasil

Em 2006, o Brasil assumiu a liderança na América Latina, em salas de cinema com o certificado THX, somando 14 salas em operação. As cidades brasileiras que têm salas com a certificação são: Bauru (5), Belo Horizonte (1), Campinas (2), Osasco (1), Recife (1), Rio de Janeiro (1) e São Paulo (3)

Certificação

Para o processo de certificação, o THX procura várias qualidades em um cinema, que acabam caindo em quatro grupos básicos:

  1. Estrutura física
  2. Sistema de projeção
  3. Organização das poltronas
  4. Sistema de som

As salas de muitos cinemas não fornecem os limites adequados para se evitar barulhos indesejados. Quantas vezes você já se sentou em uma sala de cinema e ouviu os sons do filme da sala ao lado? Você também já pode ter se distraído com o constante zumbido de algum equipamento. As salas de cinema certificadas pelo THX não podem exceder um nível do critério de barulho de NC-30 por oitava. O critério de barulho é uma medição de segundo plano em uma sala: neste caso, o barulho vindo de fora. O NC-30 é comparável ao nível do barulho externo que você ouviria de dentro de uma igreja. A equipe THX também mede o eco na sala. Ela faz isto contando quantos segundos leva para um tom de 60 decibéis (dB) desaparecer completamente. Para a certificação THX, este tempo tem de estar dentro de um certo limite determinado pelo tamanho da sala de cinema. Você não irá ouvir ecos em um cinema THX
O sistema de projeção e o nível de brilho da tela precisam estar de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Society of Motion Picture and Television Engineers – em inglês – SMPTE (Sociedade dos Engenheiros de Filmes de Cinema e Televisão). O projetor precisa estar alinhado com o centro da tela dentro de 5% a 3% da largura e altura da tela

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Ao assistir um filme com a razão de posicionamento padrão de 2.35:1, as pessoas que estão sentadas no fundo da sala devem ter um ângulo de visão de, no mínimo, 26 graus (36 graus é considerado o ângulo mais adequado)

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Este cinema tem um ângulo de visão de 26 graus

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Este cinema tem um ângulo de visão de 36 graus

Nenhuma poltrona pode ter a visão parcialmente obstruída. Além disso, o som do filme precisa ser claro e distinto em qualquer poltrona

Som

Com certeza, o som de alta qualidade está no centro do processo THX. Ao desenvolverem os critérios do som THX, os engenheiros observaram duas partes diferentes de um sistema de som:

  1. A-chain
  2. B-chain

A-chain engloba os componentes que decifram o som em qualquer formato que ele esteja e processa o sinal para a remoção de barulho, o que inclui a pickup de áudio do projetor e o processador de som do cinema. Formatos de som digitais como o DTS, Dolby Digital e SDDS, e sistemas de redução de barulho, como o Dolby A e o Dolby SR, são sistemas que aprimoram a A-chain

B-chain é basicamente o restante do sistema de som (cruzamento THX, amplificadores e alto-falantes). Os engenheiros do THX perceberam que não importa a qualidade com que o som está saindo do processador do cinema, pois um sistema fraco de som B-chain pode arruiná-la. Para evitar este problema, o THX patenteou um projeto de sistema de som (em inglês) com um cruzamento especial e componentes de uma lista de equipamentos aprovados pelo THX. Os engenheiros do THX submetem qualquer equipamento profissional de áudio que estiver na lista a uma bateria de testes, a fim de garantir que ele esteja de acordo com as especificações que foram estabelececidas

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Um processador de som THX de cruzamento

O cruzamento THX é um processador de propriedade que separa as freqüências baixas e altas, a fim de fornecer um som mais limpo no sistema de som do cinema. Os proprietários dos cinemas não compram o cruzamento, mas o alugam como parte do contrato de autorização. O cruzamento usa filtros de 24-dB-por-oitava de alta freqüência e de baixa freqüência. Os filtros impedem que as altas freqüências se dirijam para os alto-falantes para sons baixos (baixa freqüência) e que todas as baixas freqüências se dirijam para os alto-falantes principais (alta freqüência)

THX fora dos cinemas

Durante os anos 90, o THX se estendeu para o home theater. Filmes de VHS e DVD que possuam logo conhecido, passaram pelo ProgramaTHX de Masterização Digital. Este é um grupo profissional de serviços que trabalha com estúdios e aparelhos de pós-produção, para garantir que os mais altos padrões estão sendo aplicados no som, vídeo, compressão e cópia. Apenas lembre-se de que se você não colocar o seu home theater em um cômodo que esteja de acordo com as mesmas especificações exigidas nos cinemas, o THX caseiro provavelmente não terá o mesmo som dos cinemas

Para Terminar…

Em BH Apenas o Diamond Mall  possui uma sala com esse padrão THX de som. Não dizer exatamente em qual das salas, pois obviamente não são todas. provavelmente, é umas salas da parte de cima, em uma das quais são exibidos os filmes em 3D.  Pois como eu já disse neste post AQUI , as salas do Diamond tem sérios problemas, desde estrutura até a projeção.

Cinemark Fail

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Quando Cinemark chegou aqui em BH, era o maior e melhor complexo de cinema de BH, muitas salas, cadeiras reclináveis, ar condicionado, projeção perfeita, em fim tudo para o melhor conforto do cliente , o ingresso era mais caro mas valia a pena.

Mas o tempo fui passando, e com diria meu pai… “”A beleza acaba e a “feiúra” aumenta”, de uns dois anos pra cá o nível caiu vertiginosamente, cadeiras quebradas, ar condicionado desligado, infiltrações, um amigo meu que me disse que assistiu a um filme lá ano passado e metade da sala estava interditada porque tinha chovido, detalhe, dentro do cinema – as cadeiras estavam encharcadas, e pra piorar o ar desligado, o que deixou a umidade ainda pior e um cheiro de mofo detestável. Nó último sábado, fui assistir Harry Potter 7 .2 e tinha uma goteira pingando ao meu lado, e olha que estamos em julho época de pouca ou nenhuma chuva.

Como se não bastasse hoje, fui assistir a cabine de imprensa do Capitão América –  pra quem não sabe as cabines, são seções reservadas para imprensa, uma espécie de pré-estreia, em que impressa tenha acesso ao filme e escreva a crítica antes que o filme estreie- o filme, feliz ou infelizmente era em 3D; Distribuídos os óculos, começa a vinhetinha também em 3D com a quela músiquinha: Desligue seu celular… E o 3D não estava funcionando, achei q o problema era dos óculos lá vou eu correndo trocá-los, pra minha surpresa ao volta à sala os óculos de ninguém estavam funcionando…  O Problema era então da projeção, numa altura dessa o filme já tinha começado e eu perdido o prólogo do filme. Em fim consertaram a projeção, depois de 1hora e meia de filme num dos pontos altos do longa, cadê o som?  O som simplesmente some, parecia que eu estava assistindo cinema mudo, e com a estética do filme que já é meio retrô, parecia que eu tava vendo um filme do tipo comédia pastelão, pois perdi toda emoção da cena…

Acho que aconteceu só isso porque o Cinemark tem o hábito de fazer cabines de teste um dia antes da exibição para o público, se não fizesse testes então….

No Pátio Savassi, apesar de pouco recorrente, não é a primeira vez que vejo esse tipo de problema.  Já no Diamond Mall, que é Cinemark também, eu desisti de assistir filmes, lá  a projeção é simplesmente péssima ao ponto de passar filmes no formato 3:4.  A não ser q você dê sorte de pegar a sala THX , em que a projeção e sons impecáveis…

Isso tudo sem falar de outros relatos, a cerca do atendimento, do tipo, grossura dos atendentes e gerentes. E outra uma amiga comprou ingressos antecipados e por motivo de imprevistos não pode assistir o filme, e também não podê devolvê-los, mesmo estando com mais de uma hora de antecedência para o início da sessão, e teve que ficar no prejuízo.

Já no BH Shopping , não posso comentar muito, frequento muito pouco as salas de cinema de lá, á ultima vez que fui eles tinham acabado de reformar as salas e estavam impecáveis, mas isso já de ter uns 2 anos…

O que mais me espanta é o Cinemark não se preocupar em receber bem as pessoas, principalmente os jornalistas formadores de opinião, que sempre serão os primeiros a criticar, para bem ou para o mal.

Parece que o problema não é só em BH não. Andei pesquisando na net e achei esse site, Reclame Aqui, as reclamações são muitas.

Infelizmente aqui em Belo Horizonte, temos poucas opções de cinema, a melhor é o Cineart Boulevard Shopping, que inclusive tem cadeiras marcadas, já citei neste post AQUI . Para as projeções 3D o Cineart Cidade também é bem razoável, apesar de ambos também não terem as cadeiras mais confortáveis do mundo.

Filme, pipoca e lugar marcado em BH

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Lei determina que cinemas de BH adotem venda de ingresso com cadeira numerada. Redes têm 180 dias para adaptação

A LEI Nº 10.199  determina que os cinemas de BH terão 180 dias para se adequar a nova lei o não cumprimento terá multa no valor de 50 (cinqüenta) vezes o valor do ingresso cobrado. Acredito que antes do carnaval da 2012 teremos todos o cinemas adequadas com a LEI.

Atualmente em BH somente as salas Cineart Boulevar Shopping é que adotaram o sistema. Que foi bem recebido pelo público especialmente pelos frequentadores assíduos. Apesar de ser novidade nos cinemas, o público de BH, assim como nos teatros, respeitou os lugares marcados. Digo isso, porque no Brasil há um excesso de desrespeito ao espaço alheio, são aquelas pessoas que não prestam atenção nas filas, aqueles que guarda lugares para os 4 amigos que estão chegando, as que ficam em frente a escada rolante pensando se vai ou não vai, e um absurdo.

A câmara provou a lei em 06/Junho mas foi assinado por Marcio Lacerda e publicado no DOM no dia 07/julho. Acredito que as filas para a compra de ingresso, vão demorar um pouco mais, pois agora você escolhe a cadeira. Então ao ir ao cinema chegue mais cedo um pouco para poder escolher uma boa cadeira e dar tempo de comprar a pipoca sossegado, sem se preocupar em entrar logo na sala para “arranjar” um bom lugar!

fonte: Homensapiens adaptado 

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