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Os Dez mandamentos – O Filme, bate mais um recorde: Circuito de exibição terá 100 salas em sua estreia nos cinemas

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Devido à intensa demanda, que ultrapassou a antiga marca de vendas feitas de forma antecipada nas bilheterias brasileiras (A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, 645 mil ingressos em 2 meses de pré-venda), o filme estreará em pelo menos 1000 salas do circuito nacional – recorde absoluto na história da exibição cinematográfica brasileira. A nova parcial de ingressos será divulgada na próxima sexta-feira, 15 de janeiro.

O longa-metragem, escrito por Vivian de Oliveira e dirigido por Alexandre Avancini, tem no elenco principal os atores Guilherme Winter, Sérgio Marone, Giselle Itié, Samara Felippo, Sidney Sampaio, Camila Rodrigues, Petrônio Gontijo, Denise Del Vecchio, Paulo Gorgulho e Larissa Maciel e estreia em todo o Brasil em 28 de janeiro, com distribuição Paris Filmes.

Com efeitos especiais grandiosos e uma história emocionante, o filme produzido pela Record conta uma das mais famosas passagens da Bíblia: a saga de Moisés, desde seu nascimento até a chegada de seu povo à Terra Prometida, passando pela fuga do Egito através do Mar Vermelho e o encontro com Deus no Monte Sinai. Livre adaptação dos livros Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, o filme cobre mais de cem anos de história, em tramas recheadas de emoção.

A novela “Os Dez Mandamentos”, que foi ao ar de março a novembro de 2015, impactou cerca de 144 milhões de telespectadores no Brasil e alavancou em 139% os índices da Emissora na faixa de exibição garantindo a vice-liderança isolada de audiência com muitos capítulos em primeiro lugar, desbancando o telejornal e a novela concorrente. No dia em que foi exibido o capítulo com a abertura do Mar Vermelho, a Record alcançou números de audiência históricos em várias partes do País.

O filme terá, além de cenas exclusivas, um final inédito, que antecipará a segunda temporada da novela, que estreia em março.

Comédia “E aí, comeu?” leva 1 milhão de pessoas ao cinema

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Produção da Casé Filmes, estrelada por Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira, Emilio Orciollo Netto, Dira Paes e grande elenco, foi lançada em 22 de junho

O filme “E aí, comeu?” é a primeira produção do cinema nacional a conquistar a marca de 1 milhão de espectadores em 2012. Lançado há duas semanas em cartaz, o longametragem, que estreou em 510 salas, retrata a história de três amigos de infância que tentam entender o papel do homem, diante da nova mulher e, neste processo, passam por situações hilárias.

Com produção de Augusto Casé (Casé Filmes), e co-produção da Globofilmes, RioFilme, Telecine e Teleimage, o longa metragem é dirigido por Felipe Joffily e tem distribuição conjunta da Paris Filmes, RioFilme e Downtown Filmes. Baseado na peça homônima vencedora do prêmio Shell e escrita por Marcelo Rubens Paiva, o longa é uma comédia diferente de tudo que já foi visto, é a primeira comédia verdadeira sobre o amor. Rubens Paiva assina o roteiro do filme em parceria com Lusa Silvestre.

Estrelado por Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira e Emilio Orciollo Netto, o longa conta a história do trio inseparável formado por Fernando (Mazzeo), recém-separado, que conhece uma adolescente linda, e, para sua surpresa, ela foge clichê da ninfeta ingênua, é inteligente, bem resolvida e muito madura; Honório (Palmeira), jornalista, um esquerdista à moda antiga, casado, que suspeita que está sendo traído pela mulher; Fonsinho (Emilio), escritor e conquistador de mulheres, que nunca se casou e nunca conseguiu terminar um livro.

E aí, comeu?” fala das relações que esses três companheiros tem com suas mulheres, e que é uma realidade para tantos outros homens contemporâneos na vida real, em seus relacionamentos. “Elas mudaram, conquistaram um espaço que até pouco tempo era território masculino. E eles estão tentando se encaixar nisso tudo. O filme fala disso, do homem tentando entender a nova mulher e achar um novo lugar”, comenta o diretor Felipe Joffily. Curiosamente, a ideia do filme surgiu há alguns anos quando Mazzeo e Emílio, que acabavam de terminar o casamento, passavam o Carnaval em Salvador, e reaprendiam a ser solteiros.

Além do trio de protagonistas, “E aí, comeu?” tem um elenco de peso em seu núcleo principal. Dira Paes é Leila, Juliana Schalch faz Alana, Laura Neiva dá vida a Gabi, Tainá Muller aparece como Vitória, e o cantor Seu Jorge, faz uma participação marcante como um garçom amigo do trio que tem o peculiar nome de Seu Jorge. Além deste, o filme conta com participações especialíssimas de Murilo Benício, Katiuscia Canoro, José de Abreu, Juliana Alves Barbosa e Renata Castro Barbosa completando o elenco. Um “personagem” especial é o Bar Harmonia, locação especialmente montada que funciona como o QG dos rapazes e é onde se reúnem para discutir suas diversas questões. Muito mais que um cenário, o bar faz parte da história, já é lá que boa parte da trama acontece.

 “E aí, Comeu?” é uma comédia dinâmica e séria ao mesmo tempo. Um filme que espelha os mais variados tipos de homens e mulheres. “Tudo está muito mais dinâmico, mas é inegável que todos querem encontrar alguém, namorar e ser feliz”, comenta o produtor Augusto Casé. “É como se as mulheres estivessem olhando o papo de bar dos homens pelo buraco da fechadura. Tudo aquilo que as mulheres gostariam de saber sobre o que tanto os homens conversam quando estão sozinhos”, acrescenta Casé, que de comédia pode falar com propriedade. Responsável pela produção de “Muita Calma Nessa Hora” e “Cilada.com”(maior bilheteria do cinema nacional em 2011, com mais de três milhões de espectadores), a Casé Filmes já prepara a filmagem de “Muita Calma 2” , “Os Caras de Pau” e “Cilada de Férias”.

Sinopse

Fernando, Honório e Fonsinho são três amigos de infância que, diante da ‘nova mulher’, tentam entender o papel do homem no mundo atual. Fernando (Bruno Mazzeo) é um arquiteto talentoso que acaba de ser deixado por Vitória (Tainá Muller). Ainda tentando entender os motivos da separação, conhece Gabi (Laura Neiva), uma linda adolescente. Para sua surpresa, ela passa longe do clichê da ninfeta ingênua. É inteligente, bem resolvida e muito madura. Honório (Marcos Palmeira), jornalista, é o machão à moda antiga. Casado com a linda e independente Leila (Dira Paes), ele suspeita que está sendo traído. Afinal, por várias noites, ela se arruma, deixa-o cuidando das três filhas do casal e sai, sem dar explicações. Fonsinho (Emilio Orciollo Netto) é um escritor conquistador de mulheres. Solteiro convicto, nunca se casou e nunca conseguiu terminar um livro. Sua maior crítica é a garota de programa Alana (Juliana Schalch), por quem ele acaba se apaixonando. Reunidos no Bar Harmonia, espécie de QG da turma, eles tentam resolver seus dilemas. A mesa do bar é extensão da casa dos três amigos. É lá que eles se encontram para relaxar, ver, ser visto, falar dos problemas, de trabalho, da vida e, claro, de mulheres.


Menos que Nada

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ImageFilme abre discussão sobre sistema manicomial brasileiro e tem estreia transmídia

No dia 20 de julho estreia o filme “Menos que Nada”, do diretor e roteirista Carlos Gerbase, responsável também por “3 Efes” e “Tolerância”. A novidade dessa produção é que o lançamento será realizado ao mesmo tempo nos cinemas, em DVD e na internet via streaming. A proposta da produção é facilitar o acesso do público ao cinema nacional e ampliar a discussão sobre o sistema manicomial e a saúde pública no Brasil, abordados no longa-metragem.

O enredo de “Menos que Nada” conta a história de Dante (Felipe Kannenberg) um homem solitário, que sofre de esquizofrenia e vive num hospital psiquiátrico esquecido pelos amigos e a família. O estado de saúde de Dante começa a mudar quando a nova médica residente Paula (Branca Messina) se interessa pelos seus sintomas e decide investigar sua vida, buscando pessoas do seu passado. Completam o elenco: Rosane Mulholland (René), Maria Manoella (Berenice) e Carla Cassapo (Laura).

A relação médico e paciente é explorada nesse suspense, que tem como pano de fundo os sintomas da esquizofrenia e o desencadeamento dessas reações. Para movimentar essa discussão e fazer as pessoas refletirem sobre o filme e o assunto, “Menos que Nada” promoverá uma forte interação com o público na internet por meio das suas redes sociais, no Facebook e no Twitter.

Serão publicadas informações sobre produção, elenco, curiosidades, estudos sobre o tema, análises de psiquiatras e psicanalistas, com a proposta de gerar discussões sobre esses temas e trazer pessoas para socializar dentro desse universo. Também serão realizadas promoções e desafios sobre o filme com os usuários.

Descubra mais sobre o filme:

Trailer Menos que Nada:

Facebook Menos que Nada: https://www.facebook.com/menosquenada

Twitter Menos que Nada: https://twitter.com/menos_que_nada

Heleno

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Baseado na real história de Heleno de Freitas, Rodrigo Santoro interpreta brilhantemente o jogador que  fez cena no futebol nacional ná década de 40. Heleno de Freitas foi do tipo craque, de performance, quase que impecável, digo quase, porque o seu temperamento era difícil e  afetado ainda por uma sífilis cerebral, fez com que ele fosse considerado insuportável, por seu colegas de times, muito exigente nao admitia nenhum tipo de erro, e por conta disso esta sempre metido em calorosas discussões.

Impossível não comentar, a atuação de Santoro no filme, ele se entrega ao personagem de corpo e alma, ao mesmo tempo que Heleno é um chato, ele consegue ser cativante,  é uma história de altos e baixos,  temos Heleno em seu auge, mas também temos Heleno, acabado, internado, em hospital psiquiátrico, alguns quilos mais magro, e nem por isso menos impressionante. O Helenco também conta com  Aline Moraes de “O Homem do Futuro”, que com aquele rosto de boneca, ficou bem a cara da época.

O filme é em preto e branco, tem uma boa fotografia, e mescla algumas tomadas originais, do Rio de Janeiro da época.E diga-se de passagem, ficaram bem legais.

Vale a pena dar uma conferida.

Uma Professora Muito Maluquinha

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Adaptação do livro de mesmo nome, do escritor Ziraldo, o Longa conta a história, de Cate, uma moça que retorna a sua cidade natal após ter sido enviada para a capital, para estudar. Ao chegar é contratada por uma escola onde começa a dar aulas.

Por estar muito a frente do seu tempo, passa a ser incompreendida e mal interpretada pelas beatas da cidade. E é com esse jeito irreverente, “inventando moda”, que ela conquista as crianças de sua classe.

O filme é bem fiel ao livro, a produção é bem feita, as locaçõesem São João DelRei, foram muito bem escolhidas,

A atriz Paola Oliveira é quem interpreta a professora que escandaliza a cidadezinha do interior de Minas Gerais. Escolha por sinal muito feliz, Paola está brilhanteem seu papel. Orestante do elenco também está bem, e conta com Chico Anísio, como Monsenhor Aristides, Suely Franco Tia Cida.

O filme é bem light, divertido, voltado pra crianças, mas, tenho certeza que toda família vai curtir.

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O Homem do Futuro

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O Homem do Futuro” é uma comédia ROMÂNTICA sobre amor e arrependimento. Quem já não quis voltar ao passado e consertar algo que fez de errado na vida? Um filme POP, regado a ROCK AND ROLL e temperos de FICÇÃO CIENTIFICA.

Zero é um cientista brilhante e solitário que acredita ser infeliz porque 20 anos atrás foi humilhado pelo grande amor da sua vida. Ao tentar criar uma forma revolucionária de energia, volta acidentalmente ao passado e se vê diante da chance de encontrar a si mesmo (20 anos mais jovem) e “corrigir“ os erros de sua própria vida. Tentar manipular os caminhos do tempo é mais difícil e confuso do que possa parecer.

Do mesmo diretor de a mulher invisível, o filme nasceu especificamente de uma cena onde Selton Mello contracenava com ele mesmo e denunciava o mecanismo pelo qual a mulher invisível aparecia. Assim surgiu a premissa deste filme, a de um cara que viaja no tempo e encontra com ele mesmo vinte anos mais novo.

O longa promete ser o melhor filme brasileiro do ano. E de fato, em vista do que tenho visto,  é um bom filme sim, mas  infelizmente, atores globais nos fazem lembrar das novelas, que apesar de possuirem tramas complexas, sua produção por vezes é muito pouco elaborada, no quesito inovação, além dos pequenos problemas de continuidade.

A fotografia é bem feita, e se modifica de acordo com as lembranças e a realidade em que Wagner Moura (Zero) se encontra; Ele está muito bem em seu papel, juntamente com a Aline Moraes, conseguem convencer como casal, “rola uma química”.

Quem está acostumado com as piadas apelativas e linguagem de baixo calão, comuns em filmes brasileiros, ficará espantado com a sutileza deste, o filme consegue ser divertido, sem recorrer a esse tipo de apelação.

Mas, em resumo é sim um bom filme, bem leve e divertido  até agora o melhor desse ano.

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Onde Está a Felicidade?

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Onde está a felicidade? Creio que todos nós algum dia na vida já fizemos está pergunta, se não fizemos, ainda iremos fazer. A discussão é ampla, para os mais estudiosos pode render uma tese de mestrado, para os pensadores, uma reflexão, ou simplesmente uma filosofia de mesa de bar para aqueles que apreciam uma cervejinha.  Já para Carlos Alberto Riccelli e Bruna Lombardi, essa discussão rendeu um filme.

O longa conta a história de Teo (Bruna) uma apresentadora de TV, cujo programa ensina receitas afrodisíacas, e que de repente se vê sem seu trabalho, pois sua emissora foi vendida para uma igreja, e sem seu relacionamento, quando descobre que o marido Nando (Bruno Garcia) tem um caso, a principio, virtual com outra mulher.

 

Sem as bases de sua vida ela então decide encontrar a si mesma e à sua espiritualidade. Para isso, decide fazer o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, ao lado de seu diretor, Zeca (Marcello Airoldi), que vê na viagem a possibilidade de criar uma nova atração televisiva, e de sua mais nova amiga Milena (Marta Larralde), sobrinha de sua maquiadora Aura (Maria Pujalte).

Confesso que me surpreendi com a qualidade do filme, que foi de fato bem produzido. A fotografia é belíssima e a trilha sonora também está bem legal. O filme ainda conta umas “animaçõezinhas”, e uns grafismos, que apesar de não serem novidade pra ninguém é algo muito pouco explorado no cinema brasileiro.

O filme começa até bem, a sua primeira seqüência conta com cortes e montagens rápidas, apresentando3 a4 planos da cena.  Repito, que isso não é novidade, mas, em se tratando de cinema brasileiro…

Mas depois o filme perde esse ritmo que foi usado apenas na introdução do tema. E o “road movie” brasileiro começa de fato, o trio passa por poucas e boas, para conseguir percorrer os 790km até Santiago: algumas situações bem forçadas, e piadas do tipo: “Abençoada eu não sei, mas bem suada eu já tô. – Bruna Lombardi”.

Outra coisa, as referências aos filmes do Espanhol Pedro Almodóvar, em sua fase inicial são nítidas, Cenografia extremamente colorida figurinos extravagantes e o humor, por vezes ácido, como o do espanhol. Riccelli disse que “Se há semelhanças com Almodóvar, é inconsciente” (não me lembro mais onde li essa citação, sorry). É incrível como o inconsciente das pessoas trabalha… Não vejo problema em usar referências, muito pelo contrário, vejo problema em negá-las.

As participações especiais de Dan Stulbach, Fernando Alves Pinto, Luiz Miranda, Dani Calabreza e Marcelo Adnet são de fato “especiais”, pra não falar irrelevantes… Parece que agora essas participações viraram moda nos filmes brasieliros, no “Muita Calma Nessa Hora” href=”https://topicosespeciais.wordpress.com/2011/02/11/muita-calma-nessa-hora/” target=”_blank”>Muita Calma Nessa Hora…” aconteceu à mesma coisa. O roteiro é fraco? O Filme não se sustenta? Vamos fazer umas participações especiais! No final junta tudo e vamos ver o que é que dá.

Na atuação do casal protagonista da trama faltou química e, por mais que tentassem, a Bruna tem quase idade pra ser mãe do Bruno Garcia, que, aliás, como marido arrependido estava ótimo, enquanto ela estava um tanto quanto caricata.

Falando agora da trilha musical, que é até boa, com Arnaldo Antunes, Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, a mexicana Julieta Venegas, e no final ainda “rola” um “forrózim” totalmente fora de contexto. Fora de contexto não, me desculpe, o filme termina com uma festa no Piauí, e nordeste e forró tem tudo a ver, clichê not.

Apesar disso tudo, o filme é do tipo bem produzido, que quer passar uma boa mensagem, que nos faz distrair, e levar pra mesa do boteco a discussão de Onde Está a Feliciade?,

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