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Arquivo da tag: Christoph Waltz

007 Contra SPECTRE

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O longa do mais famoso agente secreto do cinema, começa promissor, as cenas inicias são de muita ação, se passam no México em plena festividade do dia dos mortos, as ruas estão lotadas de pessoas, e Bond está atrás  de um criminoso. Infelizmente, o filme não continua com toda essa essa ação e nem James com toda essa energia. Craig, é o mais humano de todos os agentes que já viveram a pela do 007, (no final dessa cena é possível vê-lo, suando e sem folego), com isso, ele também acaba por deixar transparecer sua falta de motivação, para com o filme.

Bond, consegue pegar um anel que pertencia a quem ele perseguia, neste anel estava gravado um polvo, símbolo de organização criminosa espalhada pelo planeta, ligada a nova ordem mundial; essa foi a última missão dada por sua antiga M. Para conseguir tal feito, James é responsável por derrubar um prédio, e protagonizar uma cena de terror em pleno ar. Diante desses fatos, a atual gerência do MI6, o pune, fincando ele proibido de continuar com sua guerra contra um vilão ainda desconhecido.

A princípio Bond conta com ajuda de Q – Ben Whishaw,  e o atual M – Ralph Fiennes, que faz vista grossa, por estar frustrado com o cancelamento da iniciativa 00, que é articulado por C – Andrew Scott;  Moneypenny – Naomie Harris, também é uma de suas aliadas.

James vai para Roma se encontrar com Lucia – Monica Bellucci, a viúva do criminoso, que por sinal faz uma ponta quase que irrelevante,  em busca de mais informações da organização, de lá parte para Suiça onde encontra Madeleine Swann – Léa Seydoux, nossa Bond Girl, que também não é, nem a mais sexy, nem a mais simpática das Bonds Girls,  é ela a chave que vai ajudá-lo a entender muitas coisas a respeito da SPECTRE. Por fim ele chega a Obenhauser – Christoph Waltz que deixa a desejar, por ser um personagem mal explorado pela trama, sem contar que ele faz uma revelação meio forçada.

SPECTRE, não é nem de longe o melhor filme da franquia, muito pelo contrário é cheio de clichês e não traz nenhuma novidade, nem nada que nos tire o ar ou que nos envolva como em seu antecessor SKYFALL, até mesmo na estética da fotografia o filme é fraco. Para os “bondmaníacos” o filme é cheio de referências aos filmes antigos, logo, é também recheado de “clichês James Bond”, como luta no trem, um bandido fortão, perseguição de carro, alguma cena em meio a neve, etc. tudo que todo mundo já viu, quase uma paródia de si mesmo.

A impressão que tive era que estava assistindo uma cópia mal feita do último  Missão impossível – Nação Secreta, pois ambos possuem um enredo bastante semelhante, com a diferença de protagonistas um que praticamente ressurgiu das cinzas e outro que parece caminhar para elas.

 


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Grandes Olhos

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Baseados em fatos reais, Grandes Olhos conta a história de Margaret, uma pintora, mãe solteira e um tanto quanto insegura, que se casa com Walter Kane, um aspirante a artista além de bastante carismático. A partir de então Walter passa a assumir a autoria dos quadros de Margareth, que acaba aceitando e sendo conivente por dez anos, até que resolve processa-lo.

O filme é dirigido por Tim Burton. Mas parece que Tim, se perdeu em uma narrativa tão comum e personagens tão simplórios. Nenhuma das características marcantes de Tim são perceptíveis na narrativa, que é linear e cronológica, não tem nada de sombrio nem de fantástica, a única cena em que se pode reconhecer Tim Burton é a que, Margaret está no supermercado e se depara com a, digamos, “grandes olhos mania”,e começa a ter alucinações,pois passa a ver todas as pessoas com grandes olhos.

AmyAdams é Margarete e Christoph Waltz vive Walter, ambos são atores muito competentes, mas parecem saber interpretar apenas um papel, pois ela geralmente representa personagens frágeis e ele um galante vilão, e é isso que interpretam na trama. Nada mais é explorado, Tim não aprofundou no psicológico das personagens, os fatos vão acontecendo e as personagens vão vivendo, o longa ficou devendo em emoção.
O filme é quase infantil, digno de sessão da tarde, ainda procuro entender por que Tim resolveu fazer esse filme.


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Água para elefantes

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A história se passa nos anos 30, época de recessão nos EUA,  e para a família de Jacob Jankowski (Robert Pattinson), não foi diferente, o pai deixa hipoteca da casa vencida, pra pagar os estudos do filho e por comida em casa. Vítimas de um acidente os pais de Jacob falecem, ele então se vê sozinho e sem nada, começa a andar sem rumo até pegar um trem de forma clandestina. Mal sabia ele que ele encontrara uma “nova família”.

Família não muito acolhedora, se fez de esperto, se fazendo passar por veterinário formado, para não ser jogado do trem, como em geral acontecia aos intrusos, e também os membros menos úteis.

August (Christoph Waltz) é o cruel dono do circo, que também passa por dificuldades financeiras e aposta tudo o que tem na compra de uma elefanta Rosie ; Marlena () além de esposa  de August é a sua principal atração. O trabalho é meio Duro mas Jacob  aos poucos vai se apaixonando pelo circo e pela Marlena. Ciente do risco que corre Jacob tenta, de forma vã, não se envolver. Não vou contar o final do filme mas não é muito difícil de se prever….

Li uma crítica que dizia que August e Rosie são os melhores personagens do filme, e fato são mesmo. Robert Pattinson, ainda parece estar em “Crepúsculo” e  “Reese Whiterspoon” convence muito mais nos comerciais da AVON, além de ter faltado “química” entre eles…

O diretor  Francis Lawrence, perde-se  na trama, depois de acertar em “Constantine” e “Eu sou a lenda” dessa vez deixou a desejar….

Hoje nos cinemas  

 

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Água para elefantes

 

A história se passa nos anos 30, época de recessão nos EUA,  e para a família de Jacob Jankowski (Robert Pattinson), não foi diferente, o pai deixa hipoteca da casa vencida, pra pagar os estudos do filho e por comida em casa. Vítimas de um acidente os pais de Jacob falecem, ele então se vê sozinho e sem nada, começa a andar sem rumo até pegar um trem de forma clandestina. Mal sabia ele que ele encontrara uma “nova família”.

Família não muito acolhedora, se fez de esperto, se fazendo passar por veterinário formado, para não ser jogado do trem, como em geral acontecia aos intrusos, e também os membros menos úteis.

 

August (Christoph Waltz) é o cruel dono do circo, que também passa por dificuldades financeiras e aposta tudo o que tem na compra de uma elefanta Rosie ; Marlena (Reese Witherspoon) além de esposa  de August é a sua principal atração. O trabalho é meio Duro mas Jacob  aos poucos vai se apaixonando pelo circo e pela Marlena. Ciente do risco que corre Jacob tenta, de forma vã, não se envolver. Não vou contar o final do filme mas não é muito difícil de se prever….

 

 

Li uma crítica que dizia que August e Rosie são os melhores personagens do filme, e fato são mesmo. Robert Pattinson, ainda parece estar em “Crepúsculo” e  “Reese Whiterspoon” convence muito mais nos comerciais da AVON, além de ter faltado “química” entre eles…

 

O diretor  Francis Lawrence, perde-se  na trama, depois de acertar em “Constantine” e “Eu sou a lenda” dessa vez deixou a desejar….

 

Hoje nos cinemas  

 

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