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Arquivo da tag: Domhnall Gleeson

O Regresso

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“O Regresso”, que estreou nessa quinta (04/02) é um filme baseado na história real de Hugh Glass, interpretado por Leonardo DiCaprio, um caçador de peles que é atacado por um urso e abandonado por seus companheiros tendo que, ferido, enfrentar os desafios da natureza para sobreviver, retornar, e se vingar.

Quanto a isso, os desafios da natureza não ficaram somente para os personagens. Leonardo faz questão de ressaltar nas entrevistas que este foi um filme de grande complexidade não só para ele. O diretor Alejandro González Iñárritu fez questão de gravar em cenários reais e de aproveitar a luz natural, o que exigiu de toda equipe um esforço grande, inclusive na busca por cenários ideais e neve, o que os fez passar por EUA, Canadá e América do Sul, além de gravações em horários difíceis, como durante madrugada.

O longa é ganhador de três categorias do Globo de Ouro, a de melhor filme de drama, melhor ator de drama e melhor diretor. Quanto ao Oscar, teve 12 indicações, incluindo a de melhor ator, alimentando a torcida para DiCaprio finalmente levar a estatueta.

Pessoalmente, o filme me pareceu muito longo (dura cerca de 2h30m) e um tanto quanto maçante. A direção e atuação merecem de fato as honras que tem recebido, então vale a pena caso você queira assistir um filme bem feito e que (possivelmente) vai conceder o Oscar ao Leo.

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Invencível

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Baseado em fatos reais, Invencível, com a história de Louis Zamperini, Filho de imigrantes italianos, corredor olímpico, soldado norte americano que lutou na segunda guerra mundial. E supera todos os seus limites para conseguir sobreviver.

 

Em meio à guerra ele sofre um acidente aéreo, cai no mar e fica dias a deriva até ser capturado por um navio Japonês. Ele então é levado para Omori, um campo de trabalho forçado e como não podia ser diferente, é maltratado por um cruel comandante japonês, tendo suas esperanças minadas a cada dia que se passa.

 

O filme é composto por flashbacks que, de certa forma, quebram o ritmo do filme, e misturam alguns fatos do presente com outros do passado, infância, adolescência, o começo de sua paixão pela corrida, lembranças que justificam, ou, dão força para que Louis se mantenha firme e passe por cima de todas dificuldades enfrentadas durante essa dura jornada.

 

A parte em que ele tenta sobreviver ao acidente é a parte central da narrativa e é bastante interessante, uma vez que Jack O’Connell demonstra firmeza e uma atuação mais madura.

Já no campo de concentração, o filme retrata algumas cenas muito violentas que se repetem como num ciclo, a ponto de deixar o espectador enfadado.

 

O roteiro é dos irmãos Coen, no geral a história é cativante e emocionante, mas mesmo assim deixa algo a desejar. Não tem um grande diferencial, uma vez que já vimos inúmeras histórias reais retratadas no cinema. Sobre a direção de Angelina Jolie, podemos dizer que faltou um estilo mais definido. Ela se esforça para que Zamperini pareça um herói autêntico, mas no final das contas é apenas mais um.

 

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Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2

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Depois de uma década a série vai deixar saudades,  no desfecho épico, a batalha entre as forças do bem e do mal da magia alcança o mundo dos trouxas. O risco nunca foi tão grande e ninguém está seguro. Mas é Harry Potter é parte para o sacrifício final, o confronto épico com Lorde Voldemort. E tudo termina aqui…

Em fim chega a hora do grande embate.  A História começa exatamente de onde terminar o filme anterior, Lord Voldemort, consegue uma das relíquias da morte, talvez a mais importante delas, a varinha das varinhas, em quanto Harry, Ron e Hermione, continuam em busca das  horcruxes – pedaços de alma de Voldemort  já citadas no filmes anteriores e neste pos aqui, que destruídas fazem com que o Você-Sabe-Quem  fique mais fraco.

O diretor, Yates continua com uma abordagem mais humanizada, sem exageros, usa a melancolia como ponto de contato entre o espectador e o filme, apesar da muita ação e cenas assustadoras, ele opta por uma trilha sonora mais contida, menos excitante. E no final apesar da vitória não existe muito oque comemorar, em fim tudo acabou, mas as consequências, mortes além de outras perdas, ainda estão lá, é possível ver nos rostos das personagens a dor, isso também reflete um pouco o pesar do atores, que após uma convivência de 10 anos, vão se separar.

Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint,  (Harry, Hermione e Ron) atuam como gente grande, nem parecem os mesmos do primeiro filme, e de fato não são, eles cresceram e  amadureceram, e carregam em sí uma carga psicológica que aumenta a cada filme.  Não dá pra não falar da atuação de Ralph Fiennes (Lord Voldemort) e Alan Rickman (Professor Severus Snape). Ralph vive sua personagem, brilhantemente sem falar da fantástica maquiagem. Jà Alan,  brilha em sua atuação, perfeito no papel do enigmático  Snape.


Falando agora dos aspectos técnicos, os efeitos visuais, maquiagem, cenografia, são um show aparte, uma vez que todo mundo já leu o livro e já sabe da história, era essencial que fosse tudo perfeito para tornar o filme ainda interessante.

Pode-se dizer que a franquia é fechada com chave de ouro. E o resultado, é o final uma série de bons filmes, que fizeram história e marcaram a década.

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