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Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2

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Depois de uma década a série vai deixar saudades,  no desfecho épico, a batalha entre as forças do bem e do mal da magia alcança o mundo dos trouxas. O risco nunca foi tão grande e ninguém está seguro. Mas é Harry Potter é parte para o sacrifício final, o confronto épico com Lorde Voldemort. E tudo termina aqui…

Em fim chega a hora do grande embate.  A História começa exatamente de onde terminar o filme anterior, Lord Voldemort, consegue uma das relíquias da morte, talvez a mais importante delas, a varinha das varinhas, em quanto Harry, Ron e Hermione, continuam em busca das  horcruxes – pedaços de alma de Voldemort  já citadas no filmes anteriores e neste pos aqui, que destruídas fazem com que o Você-Sabe-Quem  fique mais fraco.

O diretor, Yates continua com uma abordagem mais humanizada, sem exageros, usa a melancolia como ponto de contato entre o espectador e o filme, apesar da muita ação e cenas assustadoras, ele opta por uma trilha sonora mais contida, menos excitante. E no final apesar da vitória não existe muito oque comemorar, em fim tudo acabou, mas as consequências, mortes além de outras perdas, ainda estão lá, é possível ver nos rostos das personagens a dor, isso também reflete um pouco o pesar do atores, que após uma convivência de 10 anos, vão se separar.

Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint,  (Harry, Hermione e Ron) atuam como gente grande, nem parecem os mesmos do primeiro filme, e de fato não são, eles cresceram e  amadureceram, e carregam em sí uma carga psicológica que aumenta a cada filme.  Não dá pra não falar da atuação de Ralph Fiennes (Lord Voldemort) e Alan Rickman (Professor Severus Snape). Ralph vive sua personagem, brilhantemente sem falar da fantástica maquiagem. Jà Alan,  brilha em sua atuação, perfeito no papel do enigmático  Snape.


Falando agora dos aspectos técnicos, os efeitos visuais, maquiagem, cenografia, são um show aparte, uma vez que todo mundo já leu o livro e já sabe da história, era essencial que fosse tudo perfeito para tornar o filme ainda interessante.

Pode-se dizer que a franquia é fechada com chave de ouro. E o resultado, é o final uma série de bons filmes, que fizeram história e marcaram a década.

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Alice no País das Maravilhas

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Esperado por fãs do mundo inteiro, Alice no País das Maravilhas, finalmente estreou no Brasil. O Filme é uma adaptação, que mistura dois livros, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do espelho de Lewis Carroll.

Tim Burton – diretor do filme – através de sua estética própria, cenários digitais, de deixarem o queixo caído e figurinos impecáveis, reconta o que seria o retorno de Alice ao país das maravilhas. Tentando escapar de um pedido de casamento, Alice (Mia Wasikowska) mais uma vez segue o coelho branco, e volta ao mundo fantástico que está sobre poder da rainha vermelha, (Helena Bonham-Carter), Alice tem como missão derrotar o temido Jabberwocky uma espécie de dragão, e assim devolver o reino para boa rainha Branca (Anne Hathaway). Para isso ela conta com a ajuda de várias criaturas fantásticas, Chapeleiro Maluco ( Jonny Depp), do Gato de Cheshire, Coelho Branco, Lebre Maluca, e outros.

Infelizmente Burton peca em alguns aspectos, o 3D, que voltou aos cinemas como um formato relativamente novo, acaba caindo no lugar comum de atirar coisas para a platéia; em vários momentos a narrativa também perde o ritmo, assim como o roteiro de Linda Woolverton que se mostra previsível. O Elenco é constituído por bons atores, mas que não tiveram muito espaço para grandes interpretações o que também conta pontos contra.

Vale apena assistir e tirar as próprias conclusões.

Alice rebeu 3 indicações ao Oscar mas ganhou apena 1 de melhor figurino

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And the Oscar goes to… The King’s Speech (O Discurso do Rei)

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And the Oscar goes to… The King’s Speech (O Discurso do Rei)

Aclamado pela crítica, indicado a 12 Oscar e ganhador de  4 melhor ator, melhor direção, melhor filme e melhor roteiro o Discurso do Rei é sem sombra de dúvida um dos melhores filmes do ano.

O longa de Passa na Inglaterra no início da Segunda Guerra em que o rei George VI (Colin Firth) assume o trono, a pós passar por alguns conflitos, morte de seu pai e  renuncia de seu irmão mais velho, mas além desses, George VI, passa por outro não menos importante, ele é gago; Como rei é necessário que ele tenha uma boa comunicação,  o advento do rádio acaba corroborando para que ele tenha que falar ao público com mais freqüência, fazendo com que ele tenha mais força de vontade, para a curar  sua gagueira.

Sua mulher a rainha Elizabeth – interpretada por (Helena Bonham Carter), em seu papel mais sério e digamos mais “normal” dos últimos tempos, arrasa o que lhe rende a indicação ao Oscar-  é uma incentivadora na busca dessa cura, isso leva a  Lionel Logue, uma espécie de fonoaudiólogo, interpretado esplendidamente por Geoffrey Rush, indicado ao Oscar como melhor ator coadjuvante, que passa a auxiliar, utilizando meios não muitos convencionais, a principio, é rejeitado pelo rei, mas que depois, se torna muito importante a ponto de extrapolar a relação médico-paciente e se tornarem bons amigos.

Colin Firth como rei dispensa elogios, como ganhador do Oscar é desnecessário dizer que sua atuação foi perfeita, a gagueira não ficou em anda forçada, nos envolvemos com o personagem e passamos a sofrer com ele.

O roteiro também é perfeito o que justifica mais uma estatueta, muito bem amarrado, isso sem falar da direção de arte, figurinos, fotografias, a estética meio retro, os enquadramentos, o rei sempre aparece em planos frontais, e nos cantos,  gerando um certo desequlibrio e desconforto, o que torna patente, o sentimento do rei, é uma produção de fato impecável.

O Discurso do Rei é, um filme fantástico, não é moderno, nem audacioso, como os concorrentes A Rede Social e A Origem, mas em vista desses pode ser considerado um clássico. Vale a pena conferir!

 

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