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Arquivo da tag: Michael Fassbender

O conselheiro do crime

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conselheirodocrime_2O que você esperaria de um filme com um Elenco desses: Michael Fassbender, Javier Bardem, Brad Pitt, Cameron Diaz, Penélope Cruz, e ainda com Ridley Scott dirigindo? Filmaço né?

Vamos começar pela sinopse:  Um advogado (Fassbender) se une ao traficante Reiner (Javier Bardem) para vender uma carga de US$20 milhões em cocaína, mas claro que a trama sai do controle e o advogado se envolve em uma história de mortes e traições.

O filme começa com uma cena de amor linda e delicada entre o Doutor advogado (Fassbender) e a Laura (Cruz), destaque para a fotografia dessa cena.  Até aí estamos indo bem…

O Doutor apaixonadíssimo compra um senhor diamante, para fazer um anel de noivado para sua amada, supõe-se, então que ele tem muito dinheiro, daí ele recebe uma proposta indecorosa de Reiner (Bardem) para participar de um golpe milhonário e criminoso que pode lhes render 20 milhões. Não sabemos porém ao certo que motivações o levam a aceitar tal proposta, nao se sabe se é por pura ganância, ou porque de fato ele precisa desse dinheiro uma vezque em outro momento do filme ele aparece atendendo uma cliente que nao tem 400 doláres para tirar o filho da cadeia.

Reiner é um milionário excêntrico e casado com Malkina (Diaz), que é de certa forma misteriosa mas aparentemente é uma mulher fútil, que entende de diamantes, e tem dois guepardos como animais de estimação.

Brad Pit vive Westray ele é o intermediador do “negócio” e é ele quem aconselha o Doutor sobre os riscos do golpe. Mesmo ciente que está entrando num caminho sem volta, o Doutor resolve então arriscar mal sabia ele que arriscaria também sua felicidade.

Difícil mesmo é falar quem está pior em seu papel, Penélope não convence como mocinha, Diaz não convence como vilã, Bardem está caricato e perdido, Brad Pit nem parece o Brad Pit, apesar de seu papel  possuir alguma relevância na trama. Quem está melhor mesmo é o Fassbender. As personagens não tem profundidade nenhuma, a única coisa que conhecemos a fundo é o diamante que o Doutor comprou, que por sinal é bem detalhado…

O roteiro de Cormac McCarthy (autor do romance “Onde os Fracos Não Têm Vez”, que deu origem a excelente película homônima dos irmãos Cohen) é muito fraco, cheio de furos e incoerências e muitas pontas soltas,  em que o espectador fica perdido, sem falar das cenas bizarras de degolas e a “épica” cena de sexo de Diaz com um carro esportivo ( veja bem eu disse com o carro e não no carro) totalmente desnecessária, apesar de não ser exatamente explícita, é como o próprio personagem de Bardem diz, “ginecológica de mais para ser sexy, tipo peixe cascudo no vidro” (tenso). Diálogo também desnecessário. Talvez o roteirista queria dar um “alívio cômico”, além dessa existem outras cenas de humor e humor negro, meio sanguinolento, a la Tarantino, mas nem se compara.

Fiquei estarrecida quando o filme acabou, como pode Ridley Scott, aquele mesmo do “Blade Runner” um dos melhores filme que já vi, pois é bom em todos os aspectos, fazer um filme desses: E pior como atores desse gabarito, aceitaram fazer esses papéis higiênicos (pra não falar de merda), que ficarão marcados nas carreira deles?  Framboesa de ouro já  tem seu pior filme,  pelo conjunto da obra.

Em resumo o filme é um desperdício, de dinheiro, talentos e tempo.

Não vale a pena assistir nem o filme pirata.

Filmaço né? Só que não!


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Prometheus

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Prometheus, como dito no próprio filme refere-se a lenda de mesmo nome, da mitologia grega, em que Prometheus é castigado por ter dado aos humanos o fogo dos deuses, o que fez com que os humanos se tornassem animais superiores. Sendo assim, capazes de raciocinar e questionar, os homens desde os primórdios procuram saber quais são suas origens, quem os criou e porque os criou.

A partir de então entramos na história do filme, uma equipe de cientistas, exploradores, arqueólogos viajam alguns milhares de anos luz em busca de respostas para a origem da vida.

Ridley Scott é sempre  Ridley Scott, as cenas introdutórias são fantásticas, possuem um visual incrível e uma trilha sonora linda, presentes em todo filme. É possível ver traços característicos do diretor, além de ser  repleto de figuras estranhas, musculosas, gosmentas, e nada simpáticas, possui várias cenas de ações muito boas, além do 3D, que há muito já deixou de ser novidade e ultimamente pouco tem feito diferença, mas para os fãs de Ridley, pode valer a pena pelo visual do filme. Mas se engana quem espera um filme  cheio de suspense e tenso, como em “Alien”.

O filme levanta alguns questionamentos, acerca das teorias da evolução e criacionismo, dentre outras coisas  que nos fazem pensar. A parte ruim é que algumas personagens são pouco desenvolvidas, e algumas temáticas também pouco exploradas, valia a pena serem mais aprofundadas um pouco. Falando dos atores e suas interpretações, Noomi Rapace vive Dra. Shaw,  a capitã Vickers é Charlize Theron, linda como sempre, mas o destaque é para Michael Fassbender que vive David brilhantemente.

Vale a pena dar uma conferida!

X-MEN: PRIMEIRA CLASSE

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X-MEN: PRIMEIRA CLASSE reúne o drama épico e as cenas de ação de um grande sucesso de bilheteria com uma história focada em personagens que revela o início da saga dos XMen – e uma história secreta sobre a Guerra Fria e o mundo à beira de um apocalipse nuclear. Na medida em que a primeira classe descobre, usa e aprende a lidar com seus incríveis poderes, formam-se alianças que ditarão o ritmo da interminável guerra entre os heróis e os vilões do universo de X-Men. Como todas as grandes histórias de X-Men, X-MEN: PRIMEIRA CLASSE expõe temas e questões ambiciosos ao mesmo tempo em que faz um apanhado rico e intimista de uma equipe de super-heróis inusitada.

 O filme se passa na década de 1960 – começo da Era Espacial, repleta de esperança com a era do governo de JFK. Mas era também o ápice da Guerra Fria, quando o clima cada vez mais tenso entre os EUA e a União Soviética representava uma ameaça para todo o planeta – e quando o mundo descobriu a existência dos mutantes.

Foi também nesse período que Charles Xavier conheceu Erik Lehnsherr. Antes de Charles (interpretado por James McAvoy) e Erik (interpretado por Michael Fassbender) passarem a ser conhecidos como Professor X e Magneto, eles eram dois rapazes que ainda descobriam seus poderes. Antes de se tornarem arqui-inimigos, eram grandes amigos, trabalhavam juntos e com outros mutantes a fim de deter a maior ameaça que o mundo já conheceu. Alguns desses jovens recrutas mutantes já são bem conhecidos do público pelos filmes anteriores da série X-Men, enquanto outros são heróis clássicos dos quadrinhos que só agora aparecem no cinema. X-MEN: PRIMEIRA CLASSE traz respostas para perguntas que há muito tempo intrigam os fãs dos filmes ou dos quadrinhos: Como foi que os X-Men se reuniram? Por que Charles anda em cadeira de rodas? De onde vêm a Mansão X e o Cérebro? Mas seus temas e contexto histórico também são interessantes para quem não viu os outros filmes da série.

 Contada a história, vamos aos aspectos técnicos…

A Escolha do elenco foi bem acertada, destaque para Michael Fassbender, que vive Magneto, arrisco a dizer que o filme é dele. James McAvoy como Charles Xavier e Jennifer Lawrence como Raven também estão muito bem.

 O roteiro está muito bem amarrado, as cenas de ação, predominantes no filme são muito bem feitas assim como os efeitos especiais. A Trilha sonora está impecável.

 O longa é bastante sério, tem muita ação e aventura, mas sabe ser divertido nos momentos certos, o diretor Matthew Vaughn acertou bem o tom do filme. A quem diga que mesmo sendo blockbuster de ação, ‘X-Men: Primeira Classe‘ É tão importante como ‘Batman Begins’ foi para a franquia Batman, não sei se chega a tanto, mas, eu como fã do Batman, sou meio suspeita pra falar…

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