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Arquivo da tag: Oscar

O rei do show

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O Rei do Show, conta a história de P.T. Barnum, o criador do circo como conhecemos hoje. Barnum (Hugh Jackman – Os Suspeitos) é um sonhador de origem humilde, aspira para sua família uma vida diferente da sua, e não mede esforços para realizar o seu sonho, assim ele se revela como um  lendário empreendedor do ramo de entretenimento. Obstinado, ele consegue tudo o que sonha, mas essa mesma obstinação coloca em risco suas próprias conquistas.

A história se passa no século XIX, mas a estética do filme, exceto pelo cenário, em nada remete a época, o visual, efeitos, musicas e edição são bem modernos e a dinâmica nos faz lembrar dos videoclipes atuais. Mas isso não compromete o filme, pelo contrário, as musicas, especialmente compostas para o filme, e as coreografias são o ponto alto do longa.

Feito para agradar a todos a obra é bem popular, assim como na história contatada o filme é feito para agradar as massas e levanta temas como, aceitação e inclusão das diferenças, racismo, romance proibidos, amor ao dinheiro. Apesar dos clichês,  é um forte candidato ao Oscar 2018.

 

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Birdman Ou a (Inesperada Virtude da Ignorância)

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Birdman, é uma comédia de humor  negro, que conta a história de um ator, que no passado, no auge de sua carreira interpretou  o super-herói  “Birdman”, nas telonas.  Agora ele tenta montar uma peça de sucesso na Broadway, e as vésperas da estreia ele luta com seu ego para reconquistar sua carreira e sua família.

Dirigido por Alejandro Gonzáles Iñarritu,- indicado ao Oscar por Babel – o longa,  possui um elenco bastante competente; Emma Stone e Naomi Watts estão muito bem, mas não se compara  a brilhante atuação de Michael Keaton, que em seu passado já interpretou Batman e a muito tempo não possuía um papel relevante no cinema.  Parece que, a arte, realmente, imita a vida…

Iñarritu soube conduzir muito bem a narrativa, os bastidores do teatro são retratados em planos sequências, que fluem pelos camarins e corredores dos teatros, revelam verdades escondidas como se fosse espiã. A fotografia e edição são um espetáculo a parte, foge do convencional e casam perfeitamente com a história que é contada.

Os diálogos são inteligentes, por muitas vezes sarcásticos, o filme é bem amarrado, e faz uma crítica ao mundo do entretenimento, ao cinema,  Hollywood, a Broadway, a crítica, aos atores, etc. metalinguagem muito bem construída por Iñárritu. Sem dúvida o filma faz jus a todas suas indicações ao Oscar.

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Estreias de Hoje nos cinemas 17/02/12

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Reis e Ratos

Motoqueiro Fantasma 2

A Mulher de Preto

A Dama de Ferro

A Invenção de Hugo Cabret

O Homem que mudou o jogo

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET

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A INVENÇÃO DE HUGO CABRET é a incrível aventura de um garoto esperto e despachado cuja busca por desvendar um segredo deixado para ele pelo pai transformará a sua vida e a daqueles ao seu redor, revelando um lugar seguro e amável que ele poderá chamar de lar.

O longa estreia na proxima sexta, confira algumas fotos e também o trailer:

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Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres

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Baseado na trilogia que se tornou um best-seller mundial, Millennium, é uma adaptaçao brilhantemente dirigida por David Fincher (A Rede Social) e estrelada por Daniel Craig (dublador da recente animação TinTim) e Rooney Mara,( A Rede Social)  merecidamente indicada ao Oscar por dar vida a Lisbeth Salander neste filme.

O longa conta a história de Mikael Blomkvist (Craig), um repórter investigativo que possui alguns processos na justiça e  é contratado para investigar o desaparecimento de um garota há 40 anos atrás. Para se afastar um pouco do turbilhão, ele resolve aceitar o trabalho e para isso conta com a ajuda de Lisbeth, uma garota, pequena e magra, aparentemente frágil, um tanto quanto anti-social, do tipo Cyber Punk,  que aos 23 anos de idade ainda possui um tutor; Mas que por tráz disso tudo, é destemida, passa por poucas e boas, e não deixa nada barato.

É impossível ao espectador não se envolver com essa personagem. Ao longo dos 152 minutos de projeção, Rooney Mara dá um show, e digo mais, é ela quem é o personagem principal do filme.

Sem dúvida nenhuma é um grande filme de Fincher; é extenso, complexo, possui muito núcleos, e exige um pouco mais de atenção do espectador. Assim como O Espião que Sabia Demais, pode parecer indigesto em alguns momentos, possui cenas fortes de violência e sexo, mas o roteiro também é bem feito. Apesar de totalmente compreenssível, deixa algumas pontas soltas, para serem explicadas nos dois filmes seguintes (apesar de ainda não estarem confirmados, pois o sucesso obtido foi aquém do esperado.

Vale lembrar, que a abertura do filme é fantástica; é praticamente um filme à parte, tudo tem haver com o filme principal e traduz bem as sensações que sentimos ao longo do filme.

Recomendadíssimo!

Alice no País das Maravilhas

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Esperado por fãs do mundo inteiro, Alice no País das Maravilhas, finalmente estreou no Brasil. O Filme é uma adaptação, que mistura dois livros, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do espelho de Lewis Carroll.

Tim Burton – diretor do filme – através de sua estética própria, cenários digitais, de deixarem o queixo caído e figurinos impecáveis, reconta o que seria o retorno de Alice ao país das maravilhas. Tentando escapar de um pedido de casamento, Alice (Mia Wasikowska) mais uma vez segue o coelho branco, e volta ao mundo fantástico que está sobre poder da rainha vermelha, (Helena Bonham-Carter), Alice tem como missão derrotar o temido Jabberwocky uma espécie de dragão, e assim devolver o reino para boa rainha Branca (Anne Hathaway). Para isso ela conta com a ajuda de várias criaturas fantásticas, Chapeleiro Maluco ( Jonny Depp), do Gato de Cheshire, Coelho Branco, Lebre Maluca, e outros.

Infelizmente Burton peca em alguns aspectos, o 3D, que voltou aos cinemas como um formato relativamente novo, acaba caindo no lugar comum de atirar coisas para a platéia; em vários momentos a narrativa também perde o ritmo, assim como o roteiro de Linda Woolverton que se mostra previsível. O Elenco é constituído por bons atores, mas que não tiveram muito espaço para grandes interpretações o que também conta pontos contra.

Vale apena assistir e tirar as próprias conclusões.

Alice rebeu 3 indicações ao Oscar mas ganhou apena 1 de melhor figurino

Trailer

And the Oscar goes to… The King’s Speech (O Discurso do Rei)

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And the Oscar goes to… The King’s Speech (O Discurso do Rei)

Aclamado pela crítica, indicado a 12 Oscar e ganhador de  4 melhor ator, melhor direção, melhor filme e melhor roteiro o Discurso do Rei é sem sombra de dúvida um dos melhores filmes do ano.

O longa de Passa na Inglaterra no início da Segunda Guerra em que o rei George VI (Colin Firth) assume o trono, a pós passar por alguns conflitos, morte de seu pai e  renuncia de seu irmão mais velho, mas além desses, George VI, passa por outro não menos importante, ele é gago; Como rei é necessário que ele tenha uma boa comunicação,  o advento do rádio acaba corroborando para que ele tenha que falar ao público com mais freqüência, fazendo com que ele tenha mais força de vontade, para a curar  sua gagueira.

Sua mulher a rainha Elizabeth – interpretada por (Helena Bonham Carter), em seu papel mais sério e digamos mais “normal” dos últimos tempos, arrasa o que lhe rende a indicação ao Oscar-  é uma incentivadora na busca dessa cura, isso leva a  Lionel Logue, uma espécie de fonoaudiólogo, interpretado esplendidamente por Geoffrey Rush, indicado ao Oscar como melhor ator coadjuvante, que passa a auxiliar, utilizando meios não muitos convencionais, a principio, é rejeitado pelo rei, mas que depois, se torna muito importante a ponto de extrapolar a relação médico-paciente e se tornarem bons amigos.

Colin Firth como rei dispensa elogios, como ganhador do Oscar é desnecessário dizer que sua atuação foi perfeita, a gagueira não ficou em anda forçada, nos envolvemos com o personagem e passamos a sofrer com ele.

O roteiro também é perfeito o que justifica mais uma estatueta, muito bem amarrado, isso sem falar da direção de arte, figurinos, fotografias, a estética meio retro, os enquadramentos, o rei sempre aparece em planos frontais, e nos cantos,  gerando um certo desequlibrio e desconforto, o que torna patente, o sentimento do rei, é uma produção de fato impecável.

O Discurso do Rei é, um filme fantástico, não é moderno, nem audacioso, como os concorrentes A Rede Social e A Origem, mas em vista desses pode ser considerado um clássico. Vale a pena conferir!

 

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