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007 Contra SPECTRE

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O longa do mais famoso agente secreto do cinema, começa promissor, as cenas inicias são de muita ação, se passam no México em plena festividade do dia dos mortos, as ruas estão lotadas de pessoas, e Bond está atrás  de um criminoso. Infelizmente, o filme não continua com toda essa essa ação e nem James com toda essa energia. Craig, é o mais humano de todos os agentes que já viveram a pela do 007, (no final dessa cena é possível vê-lo, suando e sem folego), com isso, ele também acaba por deixar transparecer sua falta de motivação, para com o filme.

Bond, consegue pegar um anel que pertencia a quem ele perseguia, neste anel estava gravado um polvo, símbolo de organização criminosa espalhada pelo planeta, ligada a nova ordem mundial; essa foi a última missão dada por sua antiga M. Para conseguir tal feito, James é responsável por derrubar um prédio, e protagonizar uma cena de terror em pleno ar. Diante desses fatos, a atual gerência do MI6, o pune, fincando ele proibido de continuar com sua guerra contra um vilão ainda desconhecido.

A princípio Bond conta com ajuda de Q – Ben Whishaw,  e o atual M – Ralph Fiennes, que faz vista grossa, por estar frustrado com o cancelamento da iniciativa 00, que é articulado por C – Andrew Scott;  Moneypenny – Naomie Harris, também é uma de suas aliadas.

James vai para Roma se encontrar com Lucia – Monica Bellucci, a viúva do criminoso, que por sinal faz uma ponta quase que irrelevante,  em busca de mais informações da organização, de lá parte para Suiça onde encontra Madeleine Swann – Léa Seydoux, nossa Bond Girl, que também não é, nem a mais sexy, nem a mais simpática das Bonds Girls,  é ela a chave que vai ajudá-lo a entender muitas coisas a respeito da SPECTRE. Por fim ele chega a Obenhauser – Christoph Waltz que deixa a desejar, por ser um personagem mal explorado pela trama, sem contar que ele faz uma revelação meio forçada.

SPECTRE, não é nem de longe o melhor filme da franquia, muito pelo contrário é cheio de clichês e não traz nenhuma novidade, nem nada que nos tire o ar ou que nos envolva como em seu antecessor SKYFALL, até mesmo na estética da fotografia o filme é fraco. Para os “bondmaníacos” o filme é cheio de referências aos filmes antigos, logo, é também recheado de “clichês James Bond”, como luta no trem, um bandido fortão, perseguição de carro, alguma cena em meio a neve, etc. tudo que todo mundo já viu, quase uma paródia de si mesmo.

A impressão que tive era que estava assistindo uma cópia mal feita do último  Missão impossível – Nação Secreta, pois ambos possuem um enredo bastante semelhante, com a diferença de protagonistas um que praticamente ressurgiu das cinzas e outro que parece caminhar para elas.

 


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Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2

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Depois de uma década a série vai deixar saudades,  no desfecho épico, a batalha entre as forças do bem e do mal da magia alcança o mundo dos trouxas. O risco nunca foi tão grande e ninguém está seguro. Mas é Harry Potter é parte para o sacrifício final, o confronto épico com Lorde Voldemort. E tudo termina aqui…

Em fim chega a hora do grande embate.  A História começa exatamente de onde terminar o filme anterior, Lord Voldemort, consegue uma das relíquias da morte, talvez a mais importante delas, a varinha das varinhas, em quanto Harry, Ron e Hermione, continuam em busca das  horcruxes – pedaços de alma de Voldemort  já citadas no filmes anteriores e neste pos aqui, que destruídas fazem com que o Você-Sabe-Quem  fique mais fraco.

O diretor, Yates continua com uma abordagem mais humanizada, sem exageros, usa a melancolia como ponto de contato entre o espectador e o filme, apesar da muita ação e cenas assustadoras, ele opta por uma trilha sonora mais contida, menos excitante. E no final apesar da vitória não existe muito oque comemorar, em fim tudo acabou, mas as consequências, mortes além de outras perdas, ainda estão lá, é possível ver nos rostos das personagens a dor, isso também reflete um pouco o pesar do atores, que após uma convivência de 10 anos, vão se separar.

Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint,  (Harry, Hermione e Ron) atuam como gente grande, nem parecem os mesmos do primeiro filme, e de fato não são, eles cresceram e  amadureceram, e carregam em sí uma carga psicológica que aumenta a cada filme.  Não dá pra não falar da atuação de Ralph Fiennes (Lord Voldemort) e Alan Rickman (Professor Severus Snape). Ralph vive sua personagem, brilhantemente sem falar da fantástica maquiagem. Jà Alan,  brilha em sua atuação, perfeito no papel do enigmático  Snape.


Falando agora dos aspectos técnicos, os efeitos visuais, maquiagem, cenografia, são um show aparte, uma vez que todo mundo já leu o livro e já sabe da história, era essencial que fosse tudo perfeito para tornar o filme ainda interessante.

Pode-se dizer que a franquia é fechada com chave de ouro. E o resultado, é o final uma série de bons filmes, que fizeram história e marcaram a década.

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