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Arquivo da tag: Simon Pegg

Star Trek – Sem Fronteiras

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startrek_1A famosa Enterprise encontra-se no terceiro ano (de cinco) da sua missão: explorar novos mundos… para pesquisar novas vidas… novas civilizações… audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.

Tudo segue bem, mas de forma entediante, até o momento que o Capitão Kirk (Chris Pine) recebe um chamado de socorro, dispostos a ajudar a tripulação parte para mais uma aventura, eles só não esperavam que a nave seria atacada de modo que é preciso abandoná-la. Eles caem em um planeta desconhecido onde grande parte da tripulação foi feita refém e nossos heróis vão trabalhar para salvá-los e também salvar uma base da federação de uma arma mortífera que esta de posse do vilão Krall (Idris Elba).

O longa tem uma produção incrível, a sequência em que a nave é atacada é bastante empolgante e rica em detalhes. Em outros momentos o filme tem várias cenas de ação também muito bem produzidas.

Desde 2009 J.J. Abrans, tem feito um ótimo trabalho, ele realmente consegue, de maneira formidável, traduzir o espírito da série. Elogios a Simon Pegg (que vive na série o engenheiro Scotty), também não faltam; ele juntamente com Doug Jung escreverem um roteiro quase que impecável, por se tratar do terceiro filme da franquia, eles optam por não perder tempo apresentendo personagens e já partem para ação logo no início do filme.

Em resumo, Star Treck é um ótimo filme, que com certeza agradará aos fãs que irão se emocionar nas cenas finais.

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Missão impossível – Nação Secreta

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Quem pensava que Tom Cruise estava fora de forma se engana, o ator passou por algumas fases difíceis, em que seus filmes não já não eram mais os mesmos, como por exemplo Operação Valquíria que foi um grande fracasso; Ele volta triunfante em Missão impossível – Nação Secreta, inclusive recusando dublês até para as cenas mais difíceis como por exemplo a cena do início do filme em que Cruise fica pendurado na porta do avião.

 

No longa Cruise, mais uma vez na pele de Ethan Hunt, investiga uma agência de espionagem chamada Sindicato, impenetrável ao ponto de ser desacreditado pela CIA, que acredita que Ethan inventou essa organização para justificar seus erros das missões passadas. Dessa forma o governo Americano resolve dissolver a IMF. Mas Hunt não se dá por vencido e decide continuar suas investigações contanto apenas com o apoio de seus amigos que não deixaram de acreditar nele.

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O elenco é composto por, Jeremy Renner, Ving Rhames, Alec Baldwin e Simon McBurney, além de Simon Pegg que vive Benji, que em seu papel é muito mais que a um alívio cômico para o filme uma vez que interpreta tão bem seu papel, que nos dá vontade de ser ele para fazer parte da trama também. Destaque também para Rebecca Ferguson que interpreta Ilsa Faust, uma agente envolvente e misteriosa, amante de sapatos, que está infiltrada no sindicato, mas que salva a vida de Ethan por duas vezes durante o longa, sendo assim não sabemos se podemos confiar nela ou não.

 

Sem dúvida o filme é um dos melhores da franquia de MI, obviamente é repleto de ação e as sequencias são muito bem montadas, e efeitos especiais muito bem executados. A trilha sonora é um espetáculo à parte e o tema clássico é sempre uma delícia de se ouvir.

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As aventuras de Tintim

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No primeiro, de três filmes da franquia, o jovem jornalista  Tintim, está em busca de uma nova e emocionante história pra contar. Mas o que ele não fazia idéia, é que encontraria essa história numa grande aventura, que atravessaria, terra, céus e mar.

O longa foi, merecidamente, ganhador do Globo de Ouro 2012, na categoria melhor animação. E, de fato, foi muito bem feito.

Foi produzido com a técnica de captura de movimentos, a mesma utilizada, nos consagrados Avatar, Planeta dos Macacos, A Origem e muitos outros – o que faz toda a diferença no filme. Planos fantásticos e animação perfeita, inclusive nos detalhes e texturas; isso sem falar da edição do som, que tornam as cenas de ação mais espetaculares ainda.

E pra quem achava que Spielberg estava fora de forma, Tintim veio pra provar o contrário. Dessa vez ele acertou o tom, pois seguiu bem a fórmula dos filmes comercias de hoje em dia, muita ação, muito barulho, novas tecnologias, 3D – diferentemente dos seus últimos filmes que são mais intimistas e melancólicos, portanto menos “vendíveis”.

Agora, mudando um pouco o rumo da conversa… Confesso que sou amante de créditos de filmes, e Tintim também não me decepcionou nesse quesito. Os créditos de abertura são um show a parte, seguem uma linha retrô e a música é a original do mestre John Williams. A partir daí já temos um prévia do que está por vir.

Acredito que os fãs dos quadrinhos clássicos do belga Hergé não ficarão decepcionados. Para os amantes de Titim, recomendo ainda assistir em 3D, mais pelo visual do filme, que de fato é muito “bakana”; mas quem quiser assistir o 2D também não irá perder muita coisa.

Em resumo é um ótimo entretenimento pra toda a família.

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