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Mamma Mia: Lá vamos nós de novo

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Merecedor do slogan que apresenta de “filme mais alto astral do ano”, “Mamma Mia: Lá vamos nós de novo” é um longa leve, divertido e tocante. Mesclando passado e futuro, o musical mostra o antes e o depois dos acontecimentos do primeiro Mamma Mia.

Quem assistiu o primeiro filme vai gostar de desvendar a história de Donna (Maryl Streep/Lily James) ainda jovem, como ela foi parar na Grécia, e seu romance com os pais de Sophie, Harry (Colin Firth/Hugh Skinner), Bill (Stellan Skarsgård/Josh Dylan) e Sam (Pierce Brosnan/Jeremy Irvyne). Ao mesmo tempo também vai poder avançar no tempo e acompanhar Sophie (Amanda Seyfried), ao se ver grávida se descobrir como mãe, ao mesmo tempo em que se reconecta com a sua.

A participação de Cher vem brindar os espectadores com uma pitada de nostalgia e muito talento. E Maryl Streep é a cereja do bolo.Os atores que fazem a versão jovem dos personagens não deixam a desejar, apesar de em uma cena ou outra se distanciarem um pouco da atuação dos veteranos. Mas nada que prejudique o longa. Nesse quesito, estão bem as atrizes que interpretam as amigas de Donna e companheiras da banda Dynamos”, Rosie (Julie Walters/AlexaDavies) e Tanya (Chriatine Baranski/Jessica Keenan Wynn) com destaque para essa última, que está ótima não apenas na caracterização, mas na construção da personagem.

Um filme para todas as idades, ótimo para ser visto em familia, mas também pode ser uma injeção de alto astral para quem for sozinho. Recomendado.

Por Thayssa Maira
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Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres

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Baseado na trilogia que se tornou um best-seller mundial, Millennium, é uma adaptaçao brilhantemente dirigida por David Fincher (A Rede Social) e estrelada por Daniel Craig (dublador da recente animação TinTim) e Rooney Mara,( A Rede Social)  merecidamente indicada ao Oscar por dar vida a Lisbeth Salander neste filme.

O longa conta a história de Mikael Blomkvist (Craig), um repórter investigativo que possui alguns processos na justiça e  é contratado para investigar o desaparecimento de um garota há 40 anos atrás. Para se afastar um pouco do turbilhão, ele resolve aceitar o trabalho e para isso conta com a ajuda de Lisbeth, uma garota, pequena e magra, aparentemente frágil, um tanto quanto anti-social, do tipo Cyber Punk,  que aos 23 anos de idade ainda possui um tutor; Mas que por tráz disso tudo, é destemida, passa por poucas e boas, e não deixa nada barato.

É impossível ao espectador não se envolver com essa personagem. Ao longo dos 152 minutos de projeção, Rooney Mara dá um show, e digo mais, é ela quem é o personagem principal do filme.

Sem dúvida nenhuma é um grande filme de Fincher; é extenso, complexo, possui muito núcleos, e exige um pouco mais de atenção do espectador. Assim como O Espião que Sabia Demais, pode parecer indigesto em alguns momentos, possui cenas fortes de violência e sexo, mas o roteiro também é bem feito. Apesar de totalmente compreenssível, deixa algumas pontas soltas, para serem explicadas nos dois filmes seguintes (apesar de ainda não estarem confirmados, pois o sucesso obtido foi aquém do esperado.

Vale lembrar, que a abertura do filme é fantástica; é praticamente um filme à parte, tudo tem haver com o filme principal e traduz bem as sensações que sentimos ao longo do filme.

Recomendadíssimo!

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